Arquivo

Posts Tagged ‘Campos Meta’

Hispania não será processada por troca de nome

Segundo o jornal espanhol AS, a Meta Image – sócia do projeto de Adrian Campos, minimizou as especulações de que irá processar José Ramón Carabante por te mudado o nome de Campos Meta para Hispania.

No momento, não estamos fazendo nenhum tipo de reclamação sobre o nome ou qualquer outra coisa. Existe uma colaboração, uma causa comum e só queremos o melhor para a equipe, disse a empresa.

Ninguém achava que estaríamos no primeiro GP e o time está progredindo. Então, não faremos nada que ajudar, encerrou.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Chefe da Hispania: “GP do Bahrein foi dia mais difícil”

Colin Kolles acredita que, superado o principal obstáculo, equipe possa crescer

Colin Kolles, chefe da equipe HRT, reconheceu que o GP do Bahrein, realizado no último domingo, foi o final de semana mais difícil para ele, já que o carro do time de Bruno Senna e Karun Chandhok ficou pronto horas antes de irem à pista.

Kolles foi contratado por Jose Ramon Carabante, novo dono da extinta Campos, e teve somente alguns dias para colocar a casa em ordem e aprontar o carro a tempo.

Foi o final de semana mais difícil que já tive, e já tive muitos. Foi um período complicado porque tínhamos que fazer uma operação, como uma cirurgia, onde você não pode perder nada, afirmou.

Questionado se o fato de estar presente no grid já representou uma vitória, Kolles foi enfático: Claro, com certeza. O ponto é que as pessoas precisam perceber qual era o estado da equipe três semanas atrás. Vocês podem perguntar à Dallara, à Cosworth, Xtrac, McLaren Electronics….

Para o dirigente, no entanto, o período mais turbulento já passou e agora o momento é de melhorar o carro para as próximas etapas.

Espero que as outras corridas não sejam tão difíceis. É óbvio que a F-1 é um negócio complexo e tudo é complicado, mas penso que isso já foi um bom desafio. Ainda há muitos por vir, mas este foi o maior fazer em poucas semanas o que alguns fazem em um ano.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Adrián Campos: “Es muy probable que Hispania Racing haga el ridículo”

El ex piloto admitió haber pasado la “peor pesadilla” de su vida durante el proceso de gestación del equipo, del que finalmente será vicepresidente porque hay que “saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación”.

Adrián Campos, impulsor de la primera escudería de Fórmula 1 de la historia, renombrada como Hispania Racing, considera muy probable que Hispania Racing haga el ridículo este fin de semana en Bahrein y reconoció que él hubiera preferido no participar en el Gran Premio. En este sentido, asume que hay que ir a Bahrein para no tener ningún problema con el ‘entry’ , por lo que el objetivo de los monoplazas de la escudería española es dar las vueltas que se puedan dar.

El ex piloto admitió haber pasado la peor pesadilla de su vida durante el proceso de gestación del equipo, del que finalmente será vicepresidente porque hay que saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación.

Reconozco que hubo un momento en el que estuvimos absolutamente bloqueados y le llegué a decir a Bernie (Ecclestone) que no tenía la fuerza vital para seguir porque estaba siendo una pesadilla la presión que estábamos sufriendo. Afortunadamente, José Ramón Carabante decidió poner más dinero para dar viabilidad a un proyecto que ya estaba preparado, explicó Campos en declaraciones al programa ”Al primer toque” de Onda Cero, recogidas por Europa Press.

Campos fue el principal impulsor del Campos Meta, uno de los nuevos equipos de la Fórmula 1 que finalmente se llamará Hispania Racing tras el desembarco en el proyecto de José Ramón Carabante, pero él no estará este fin de semana en el primer Gran Premio del curso. Sinceramente, en la situación actual no estaba como loco por estar en Bahrein, pero sí me hubiera gustado, reconoció Campos.

En estos meses he pasado a vivir la peor pesadilla de mi vida, por eso cuando vi la viabilidad descansé por todas las personas que me habían apoyado, por todas las personas que habían querido que esto saliera adelante. Ha sido muy duro, muy duro, pero lo que está claro es que todo estaba hecho porque sino en tres días no se llegaba, explicó el ex piloto.

Pasado este mal momento, Campos tiene claro que su misión ahora es apoyar a Carabante y tratar de que las cosas salgan bien porque lo más importante para él es no perjudicar a la gente envuelta en todo este proyecto.

Saqué de otros equipos a los mejores ingenieros y mecánicos españoles de la Fórmula 1. Hay un momento en el que hay que saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación y todo el mundo sigue trabajando en el proyecto que es de lo que se trataba, apuntó.

Por último, Campos analizó la lucha por el Mundial y mostró mucha confianza en las opciones de Fernando Alonso. Estoy seguro de que Schumacher en alguna carrera va a estar arriba y va a complicarle las cosas a Fernando, pero yo creo que en este momento Ferrari es superior y Fernando va a estar machacando desde el principio, seguro, vaticinó.

[Fonte: as.com] - Autor: EuropaPress - Foto: Google

Chandhok agradece apoio de Bernie em negociação

Indiano não tem grandes expectativas para as primeiras provas da Hispania na F-1
 

Karun Chandhok, piloto da Hispania antiga Campos, revelou nesta segunda-feira que negociava com o ex-proprietário da escuderia espanhola, Adrián Campos, desde o GP da Europa de 2009, em meados de agosto do último ano.

O indiano afirmou, no entanto, que as negociações esfriaram e que graças ao apoio de Bernie Ecclestone, conseguiu na última hora um acordo com José Ramón Carabante e Collin Kolles, novos responsáveis pelo time.

Estava negociando com Adrián Campos desde o ano passado, em Valência [palco do GP da Europa], mas as coisas se complicaram por várias razões, disse o indiano.

Começamos a olhar para outras opções, mas depois Colin Kolles [novo chefe da equipe] me ligou para dizer que estava prestes a assumir o time. Trabalhamos muito rapidamente com ele e, junto com os conselhos do Sr. Ecclestone, conseguimos alcançar um acordo.

Bernie sempre foi um apoio excelente para mim e para minha família. É incrível o quanto este homem pode fazer em um único dia. Agora tenho uma sensação inacreditável. Estou absolutamente encantado por ser capaz de cumprir o sonho de entrar na F-1.

Trabalhamos durante muitos anos para esta oportunidade e, agora, finalmente temos este acordo. É tudo um pouco surreal, para ser honesto. Acho que só vou assimilar completamente quando me ver no mesmo grid de campeões mundiais como Michael Schumacher e Fernando Alonso, quando chegar ao Bahrein.

Chandhok admitiu, também, que é impossível ter grandes expectativas para a primeira participação da Hispania na F-1, no GP do Bahrein, durante o próximo fim de semana. O time não participou de nenhuma das quatro sessões de testes da pré-temporada.

Não estou iludido com o que teremos pela frente. No final do dia, seremos uma equipe nova, com dois estreantes sem testes, então as primeiras corridas serão muito difíceis. Nosso shakedown será a primeira sessão de treinos na sexta-feira, e a primeira corrida servirá apenas como uma sessão de testes. No entanto, temos que ser otimistas e lutar desde as primeiras corridas, antes de começarmos a ver alguns resultados sólidos, concluiu.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Argentino está “perturbado” com estreia frustrada na F-1, diz pai do piloto

Pechito López também não conseguiu vaga de piloto de testes na Hispania, ex-Campos

O argentino José María Pechito López, que correria a temporada da Fórmula 1 pela US F1, está perturbado com a estreia frustrada na principal categoria do automobilismo, segundo seu pai, José López.

Estou cansado. Acabou essa história, porque vem perturbando a cabeça de meu filho.

Pechito, de 26 anos, já havia visto o fracasso da escuderia americana, que não conseguiu verba para o Mundial de 2010. Nesta sexta-feira (5), ele também perdeu a oportunidade de ser piloto de testes da Hispania, ex-Campos, do brasileiro Bruno Senna.

Segundo o empresário do piloto, Felipe McGough, o argentino não tem mais chances na categoria.

Frustraram-se todas as possibilidades de Pechito correr na F-1.

[Fonte: esportes.r7.com] - Autor: GazetaPress - Foto: Google

Que seja bom enquanto durar

Graham Hill, inglês, foi campeão mundial de Fórmula 1 com 18 temporadas entre 1958 e 1975 – Na foto pilotando um  Lotus-Cosworth, Jarama, 1968.

Que seja bom enquanto durar

Não podíamos deixar de registrar a matéria de Flávio Gomes em sua coluna no ESPN Brasil sobre a Fórmula 1. Nós também pensamos assim, mas fazemos das deles, as nossas palavras.

Ok, admito. Sou um nostálgico incorrigível e, por isso, talvez nunca tenha estado tão animado para uma temporada da F-1 quanto neste ano. Afinal, os tubarões das montadoras se foram, boa parte deles, ao menos, e em seu lugar apareceu um punhado de times novos que a gente pode chamar de independentes.

Do final de 2008 para cá, Honda, Toyota, BMW e Renault (esta, parcialmente) picaram a mula. Do falar grosso na briga com a FIA, ameaçando-a até com a criação de um campeonato alternativo, aos sussurros envergonhados da deserção, passou-se pouco mais de um ano. Sobraram, na real, Ferrari e Mercedes. Menos mal que são marcas que têm vasta história nas competições. Não usam a F-1 apenas para vender carros. Têm a competição em seu DNA.

OK, admito. Sou um ingênuo incorrigível.

Mas o fato é que nunca se viu uma troca de guarda tão radical na principal categoria do automobilismo mundial, e essa volta no tempo dá sinais de ser promissora. É só dar uma olhada em quem está chegando: a Sauber “pura” de novo, com as quatro décadas de experiência de Peter Sauber; a inglesa Manor (travestida de Virgin), que escreveu sua trajetória nas categorias menores; a USF1, colocando os EUA no mapa-múndi das pistas não-ovais; a Campos, de um ex-piloto medíocre, mas batalhador; e a Lotus, que se não é aquela, pelo menos nome tem.

[Fonte: espnbrasil.terra.com.br] - Autor: Flávio Gomes - Foto: Google

Bruno Senna mantém expectativa de “melhor entre as pequenas”

Bruno Senna mantém expectativa de “melhor entre as pequenas”

Apesar de a Hispania Racing não ter participado de nenhum dos testes da pré-temporada da Fórmula 1, o brasileiro Bruno Senna mantém a meta que havia estabelecido quando assinou o contrato com a equipe, até então denominada Campos.

Continuo com a expectativa inicial. Acredito que uma meta realista será brigar para ser a melhor das pequenas e tentar terminar sempre que possível na zona de pontos, afirmou o piloto, que nos últimos dias passou por um período de incertezas devido aos problemas financeiros da equipe, que só se safou após ser totalmente vendida ao empresário espanhol José Ramón Carabante.

Bruno, que acompanhou de perto a produção do carro na fábrica italiana Dallara, não escondeu a ansiedade pela estreia na principal série do automobilismo mundial.

Este será o primeiro ano meu e da equipe na Fórmula 1. Mas vejo que o clima aqui está legal e poderei me concentrar 100% na pista. Até me sinto meio que um veterano, já que vi o carro pela primeira vez em novembro e depois fiz os ajustes do banco. O carro tem umas idéias legais. Mas, claro, temos um longo trabalho pela frente, uma vez que não participamos dos testes de inverno na Espanha, admitiu.

Sem pilotar um carro de corrida desde outubro passado, quando testou um GP2 em Jerez de la Frontera, Bruno pretende treinar de kart durante o final de semana na Inglaterra. Sentar direto num Fórmula 1 depois de todo esse tempo não será fácil. Menos mal que conheço o circuito da minha época da GP2, observou.

Nos últimos meses, Bruno aproveitou para melhorar o condicionamento físico. Neste aspecto, as pistas rápidas como Silverstone são as que exigem mais do piloto. Na parte psicológica, manter a concentração o tempo todo em circuitos de rua como Mônaco e Cingapura é complicado, comparou.

Bruno desembarca na Fórmula 1 numa fase de modificações importantes no regulamento, como o fim do reabastecimento. Acredito que toda vez que as regras são alteradas quem se beneficia são as equipes e os pilotos novos. Seria muito mais difícil começar com o regulamento do ano passado. Mas isso não significa uma vantagem muito grande. Também teremos de desenvolver o carro e o ritmo dos pilotos para condições que variarão demais ao longo das corridas, por causa das diferenças de peso e condições dos pneus. Ainda bem que sempre aprendi rápido, brincou.

[Fonte: espnbrasil.terra.com.br] - Autor: ESPN/GE - Foto: Bruno Senna/Divulgação