Arquivo

Posts Tagged ‘Karun Chandhok’

Chandhok admite: “Nunca pilotei em Melbourne”

Indiano diz que ver Hispania chegar ao fim da prova seria um “feito fantástico”
 
Às vésperas de disputar seu segundo GP de F-1 na carreira, Karun Chandhok, da Hispania, mostrou-se ansioso para andar em Albert Park, na Austrália.

O indiano, que divide a equipe com Bruno Senna, teve atuação problemática no GP do Bahrein e abandonou após errar o caminho do trecho novo da pista de Sakhir, o que causou uma batida.

Estou realmente ansioso para a minha segunda corrida de F-1, neste fim de semana, comentou. Nunca guiei em Melbourne, mas sou um aluno muito aplicado.

Pude trabalhar em um simulador da equipe antes da corrida, o que vai me ajudar na familiarização com a pista. Nosso próximo passo com os engenheiros do time é fazer com que o carro esteja confiável para a prova.

O segredo da preparação é completar o máximo de voltas possível na sexta-feira, para ver onde estamos com o carro. Terminar a corrida seria um feito fantástico, então faremos tudo para isso, completou.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google
Anúncios

Chandhock: “Nunca pensé que el debut en la F1 iba a ser tan difícil”

El piloto indio del Hispania Racing Team, Karun Chandhok, reconoció, después de su inicio en la Fórmula 1 después de retirarse en el Gran Premio de Bahrein, que sabía que sería “duro”, pero nunca pensó que sería “tan difícil”.

Yo sabía que mi debut en la Fórmula 1 iba a ser duro, pero nunca pensé que sería tan difícil, sentenció Chandok al rotativo ‘Times’ de la India después de tener que retirarse en la segunda vuelta por una salida de pista.

El piloto de Chennai, que se convirtió en el segundo piloto indio en montarse en un monoplaza después de que lo hiciera Narain Karthikeyan en 2005, aseguró que nunca había fotografiado un debut así. Nunca me imaginé este inicio, pero fue lo que pasó y ya está, explicó.

Además, Chandhok destacó la amabilidad de toda la parrilla. Fue surrealista. El ‘paddock’ fue muy acogedor. La mayoría de los conductores me dieron la bienvenida diciendo: ‘Bienvenido a la pandilla’, agregó.

El mejor momento fue el desfile de los pilotos. Mi madre, más tarde señaló que sólo 24 personas en todo el mundo formaron parte de ese pequeño grupo y se sintió muy bien, indicó. Finalmente, el indio, consciente de la dificultad del equipo español para llegar a Bahrein, se mostró muy agradecido con la escudería española y destacó la dificultad que tendrán toda la temporada. El equipo luchó mucho para estar en Bahrein y conseguirlo fue increíble. La temporada va a ser dura y necesito todo el apoyo que pueda tener, concluyó.

[Fonte: as.com] - Autor: Reuters - Foto: Google

Especial Senna: O que o tricampeão faria se estivesse vivo aos 50 anos?

Ayrton Senna faria 50 anos no domingo, dia 21 de março. O acidente na Tamburello, em 1º de maio de 1994, impediu que o piloto brasileiro chegasse à data, para comemorar meio século de vida. Senna morreu com três títulos de Fórmula 1, 41 vitórias e 65 poles – um recorde até então na categoria.

Nas pistas, o brasileiro deixou projetos inacabados. Um deles, alcançar a marca de cinco títulos, do argentino Juan Manuel Fangio. Outro, pilotar pela Ferrari e quebrar o jejum de títulos da equipe italiana. Um terceiro, superar o número de vitórias de Alain Prost, que encerrou a carreira com 51 triunfos.

Longe dos autódromos, Senna também começava a traçar novos caminhos. Como empresário, tinha negócios com a Audi e preparava o lançamento de sua marca. Mas seu grande projeto era o Instituto Ayrton Senna, lançado meses antes do acidente em Ímola.

A morte de Senna foi mais que um ponto final na vida de um dos maiores pilotos de todos os tempos. Ela criou uma série de interrogações. Afinal, Senna venceria o duelo recém-iniciado com Michael Schumacher? Quando e em que condições encerraria a carreira? Tentaria casar-se pela segunda vez e ter filhos?

Entre tantas interrogações, o ESPN.com.br tentou responder pelo menos uma. Ouvimos pessoas que estiveram – e ainda estão – ligadas ao tricampeão, sempre com a mesma pergunta:

Como seria e o que faria Ayrton Senna aos 50 anos?

Jo Ramirez, coordenador da McLaren entre 1984 e 2001, e grande amigo de Senna:
Eu sempre vou imaginar que Ayrton terminaria sua carreira e voltaria a morar no Brasil, em alguma posição que lhe permitisse ajudar as pessoas do país. Ele tinha muito orgulho de ser brasileiro e continuaria tentando colocar o país no mapa. Eu também não me surpreenderia se ele tivesse um cargo no governo. Ele era uma pessoa brilhante e fazia tudo muito bem. Acho que seria bem sucedido em qualquer caminho que optasse por seguir”.

Erik Comas, piloto de Fórmula 1 entre 1991 e 1994:
Ayrton teria pilotado por muito tempo ainda, seguidamente, sem essa de anunciar aposentadoria e depois voltar. Ele pilotaria enquanto tivesse condições de vencer. Depois, acho que passaria mais tempo no Brasil, procurando e ajudando novos talentos. Também acho que ele teria deixado o automobilismo mais filantrópico, organizando corridas beneficentes para ajudar os países mais pobres. As pessoas só ficam velhas quando não têm mais planos, e ele jamais ficaria velho. Mas infelizmente, morreu jovem demais
.

Maurício Gugelmin, piloto de Fórmula 1 entre 1988 e 1992:
Provavelmente seria um grande empresário na área automobilística e paralelamente estaria ajudando os mais necessitados. Ayrton seria uma personalidade muito importante mundialmente, que estaria com vergonha dos políticos do seu próprio país, pois amava muito o Brasil.

Flavio Gomes, comentarista dos canais ESPN, cobriu a F-1 entre 1988 e 2005:
Acho que estaria cuidando da carreira do Bruno. Não sei se estaria correndo de alguma coisa, ainda. Talvez uma prova ou outra das clássicas, como Sebring, Le Mans… E certamente estaria à frente de sua fundação
.

Ernesto Rodrigues, autor da biografia “Ayrton Senna – O Herói Revelado”:
É obviamente puro palpite, mas acredito que Ayrton teria um comportamento semelhante, até certo ponto, ao do Schumacher: parar e ficar por perto. Depois, descobriria, como o alemão, que a ideia é simplesmente uma tortura sem sentido. Diferentemente do Schumacher, porém, acho que ele não voltaria. Partiria para a vida de empresário, que ele já estava preparando com entusiasmo e competência na época em que morreu. E seria, como sempre, radical: desapareceria completamente do paddock e do noticiário sobre Fórmula 1
.

Lucas di Grassi, piloto da equipe Virgin na Fórmula 1:
O Ayrton continuaria sendo um exemplo de dedicação por seu amor ao esporte e por sua habilidade como empreendedor. Acho que ainda hoje ele estaria envolvido com algum projeto no automobilismo, como dirigente de alguma equipe, ou até mesmo como comentarista de Fórmula 1. Certamente, ele estaria ampliando as atividades do Instituto Ayrton Senna, como a Viviane faz há mais de dez anos. Além disso, pode ter certeza de que o Bruno teria em seu tio um grande mentor e gerenciador de sua carreira, tendo ajudado em todos os passos no automobilismo até a Fórmula 1
.

Karun Chandhok, piloto da Hispania e companheiro de Bruno Senna na Fórmula 1:
Eu acho que ele estaria morando no Brasil, cuidando do Instituto Ayrton Senna e exercendo um papel de embaixador do esporte no país, como o Emerson Fittipaldi fez por muito tempo. E também creio que seria o empresário e mentor da carreira do Bruno.

[Fonte: espnbrasil.terra.com.br] - Autor: ESPN/Thiago Arantes - Foto: Google

Chefe da Hispania: “GP do Bahrein foi dia mais difícil”

Colin Kolles acredita que, superado o principal obstáculo, equipe possa crescer

Colin Kolles, chefe da equipe HRT, reconheceu que o GP do Bahrein, realizado no último domingo, foi o final de semana mais difícil para ele, já que o carro do time de Bruno Senna e Karun Chandhok ficou pronto horas antes de irem à pista.

Kolles foi contratado por Jose Ramon Carabante, novo dono da extinta Campos, e teve somente alguns dias para colocar a casa em ordem e aprontar o carro a tempo.

Foi o final de semana mais difícil que já tive, e já tive muitos. Foi um período complicado porque tínhamos que fazer uma operação, como uma cirurgia, onde você não pode perder nada, afirmou.

Questionado se o fato de estar presente no grid já representou uma vitória, Kolles foi enfático: Claro, com certeza. O ponto é que as pessoas precisam perceber qual era o estado da equipe três semanas atrás. Vocês podem perguntar à Dallara, à Cosworth, Xtrac, McLaren Electronics….

Para o dirigente, no entanto, o período mais turbulento já passou e agora o momento é de melhorar o carro para as próximas etapas.

Espero que as outras corridas não sejam tão difíceis. É óbvio que a F-1 é um negócio complexo e tudo é complicado, mas penso que isso já foi um bom desafio. Ainda há muitos por vir, mas este foi o maior fazer em poucas semanas o que alguns fazem em um ano.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

[Fotos] Veja as imagens “Grande Prêmio do Bahrein”

(Circuito de Sakhir – 14/03 – Grande Prêmio do BahreinEspanhol conta com problema no carro de Vettel para liderar dobradinha vermelha. A F-1 voltou ao normal na etapa de abertura do Mundial de 2010. Fernando Alonso ficou com a vitória no circuito de Sakhir e liderou a dobradinha da Ferrari, com Felipe Massa na segunda posição.

[Fonte: f1shortmessage] - Autor: Da Redação - Foto: Google

 

 

 

 

Chandhok, sobre acidente: “Não sabia onde estava”

Indiano pede desculpas e admite desconhecer o novo setor do traçado barenita

Karun Chandhok, piloto da Hispania, viveu no Bahrein um fim de semana pouco comum para um estreante na F-1.

O indiano não conseguiu ir à pista em nenhum dos três treinos livres e só conheceu seu carro durante o treino de classificação, largando, naturalmente, em último lugar.

Após completar um total de apenas quatro voltas no circuito de Sakhir, Chandhok largou dos boxes e bateu antes mesmo de completar a primeira volta, na parte nova do traçado.

Desculpe, esta foi minha quinta volta nesta pista, lamentou. Bati na parte nova do circuito, não tive muita experiência nesta parte do traçado, já que completei apenas quatro voltas cronometradas durante o fim de semana.

Fui jogado para a saída da curva, tentando conservar os pneus, mas não sabia em que parte do circuito eu estava.

Quero agradecer meus mecânicos por acompanharem minhas primeiras voltas nesta pista e a toda a equipe por um grande fim de semana e longas horas sem dormir. Agora vamos olhar para a frente e começar de novo, em Melbourne, encerrou.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Alonso vence no Bahrein em sua estreia pela Ferrari

Espanhol conta com problema no carro de Vettel para liderar dobradinha vermelha

A F-1 voltou ao normal na etapa de abertura do Mundial de 2010. Fernando Alonso ficou com a vitória no circuito de Sakhir e liderou a dobradinha da Ferrari, com Felipe Massa na segunda posição.

Em sua estreia pela equipe italiana, o espanhol contou com competência e sorte para voltar a vencer na categoria após mais de um ano: Sebastian Vettel, que liderava a prova desde o início, perdeu rendimento em função de problemas mecânicos em sua Red Bull na metade final da corrida, e foi superado pelos carros vermelhos.

Voltas depois, foi a vez de Lewis Hamilton, da McLaren, superar o jovem alemão e assumir a terceira posição, completando um pódio formado pelas duas equipes mais tradicionais da categoria e dividido entre dois campeões mundiais e um vice-campeão.

A corrida

Na largada, Vettel manteve a primeira posição, seguido por Massa e Alonso. No entanto, na saída da primeira curva, o espanhol conseguiu emparelhar com o brasileiro e pulou para a segunda posição.

A dupla da Mercedes também evoluiu: Rosberg superou Hamilton e assumiu o quarto lugar, enquanto Schumacher ascendeu ao sexto posto.

Os dez primeiros colocados ao término da primeira volta traziam Vettel, Alonso, Massa, Rosberg, Hamilton, Schumacher, Button, Webber, Liuzzi e Barrichello.

Os tempos de volta dos líderes da prova, no início, estavam na casa de 2min02. Uma diferença de cerca de sete segundos para o tempo da pole position diferença razoável em função do tanque de combustível cheio em contraste com os tanques vazios utilizados no treino de classificação.

As primeiras voltas foram mornas, tendo como momento mais emocionante um duelo entre Heikki Kovalainen, da Lotus, e Nico Hulkenberg, da Williams, cuja estreia foi repleta de erros e de um desempenho bastante apagado.

Pouco depois, Barrichello e Buemi também travaram boa disputa, em luta pela décima posição, com o brasileiro levando a melhor.

Vettel seguia na ponta com certa tranquilidade, sem abrir larga vantagem para a dupla da Ferrari mas, também, sem ser diretamente ameaçado. A oscilação de desempenho e de performance entre os três primeiros colocados não permitia nenhuma definição antecipada a respeito da vitória, já que a cada volta eles trocavam voltas mais rápidas entre si.

Constantemente, Alonso encostava em Vettel e, voltas depois, perdia rendimento, ao mesmo tempo em que Massa encostava em seu companheiro de equipe.

No entanto, a definição da prova veio através de Vettel: a Red Bull do alemão passou a enfrentar problemas mecânicos, o que fez com que o vice-campeão mundial de 2009 passasse a virar tempos de volta muito altos.

Rapidamente, o espanhol da Ferrari se aproximou e precisou de apenas uma volta completa para escolher o melhor lugar para ultrapassar Vettel e assumir, definitivamente, a liderança. Massa também superou o jovem alemão logo em seguida.

A partir daí, a diferença nos tempos de volta entre a dupla da Ferrari, que oscilava na casa dos décimos de segundo e chegou a ser de apenas 0s003, subiu repentinamente para mais de 2s, com o brasileiro perdendo desempenho de forma flagrante.

A partir deste momento, a prova praticamente se definiu. A distância entre ambos, que chegou a ser de 1s1, subiu para mais de 9s. Alonso ficou com sua 22ª vitória na categoria e vibrou muito tanto ao cruzar a linha de chegada quanto no pódio, como um jovem piloto ao conquistar seu primeiro triunfo.

Massa, em seu retorno à categoria, ficou com um excelente 2º lugar e completou a dobradinha vermelha.

Entre os demais brasileiros, Lucas di Grassi completou pouco mais de uma volta em sua estreia, abandonando em seguida por problemas no motor de sua Virgin.

Já Bruno Senna, da Hispania, teve melhor sorte: apesar de ter largado dos boxes e permanecer firme na última posição, completou 17 voltas sem cometer erros, até deixar a prova, também com problemas de motor. As duas escuderias utilizam propulsores da Cosworth.

Rubens Barrichello, em atuação correta e sem erros, cruzou a linha de chegada em décimo e marcou um ponto.

Destaque, também, para Michael Schumacher, que em sua reestreia na F-1 chegou em sexto lugar, e para a Lotus, que comprovou a confiabilidade apresentada nos testes de Inverno e completou a prova com seus dois pilotos, Heikki Kovalainen e Jarno Trulli.

Veja como ficou os tempos do GP do Bahrein:

  1. F. Alonso (Ferrari) 1:39:20.396
  2. F. Massa (Ferrari) +16.0s
  3. L. Hamilton (McLaren) +23.1s
  4. S. Vettel (Red Bull) +38.7s
  5. N. Rosberg (Mercedes GP) +40.2s
  6. M. Schumacher (Mercedes GP) +44.1s
  7. J. Button (McLaren) +45.2s
  8. M. Webber (Red Bull) +46.3s
  9. V. Liuzzi (Force India) +53.0s
  10. R. Barrichello (Williams) +62.4s
  11. R. Kubica (Renault) +69.0s
  12. A. Sutil (Force India) +82.9s
  13. J. Alguersuari (Toro Rosso) +92.6s
  14. N. Hulkenberg (Williams) +1 vuelta
  15. H. Kovalainen (Lotus) + 2 vueltas
  16. S. Buemi (Toro Rosso) + 3 vueltas
  17. J. Trulli (Lotus) + 3 vueltas

Não  concluíram:
P. De la Rosa (BMW-Sauber)-v28 B. Senna (Hispania)-v19 T. Glock (Virgin)-v18 V. Petrov (Renault)-v15 K. Kobayashi (BMW-Sauber)-V13 L. Di Grassi (Virgin)-v03 K. Chandhok (Hispania)-v02

Vuelta rápida: Fernando Alonso (Ferrari F10 1:58.287)

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google