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Schumacher eleito o piloto mais popular da F-1

O heptacampeão mundial Michael Schumacher, que retomou sua carreira na Fórmula 1 neste ano com a equipe Mercedes GP, foi eleito o piloto mais popular da categoria em recente votação feita pela FOTA (Associação das Equipes de F-1).

Schumacher, que havia deixado as pitas no final da temporada de 2006, depois de doze anos na Ferrari, recebeu 19,5% dos votos – mais do que o dobro que o segundo colocado: o espanhol Fernando Alonso, hoje em Maranello, com 9,7%.

O terceiro mais votado foi o campeão de 2007, Kimi Räikkönen, que deixou a F-1 no final do ano passado e – nesta temporada – faz sua estreia no Mundial de Rali (WRC) com a Citroën.

Mais de 90 mil fãs votaram e respoderam questões para a FOTA. A ideia da associação é tornar a categoria mais atrativa para os torcedores através da interatividade. A próxima corrida do ano na F-1 acontece na Austrália – dia 28 de março.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

No Brasil, Massa avisa: “Pretendo correr por muito tempo”

Felipe Massa nunca escondeu a sua admiração por Michael Schumacher. A inspiração no alemão é tanta que o brasileiro pretende segui-lo também quando se fala em longevidade nas pistas. “Ainda pretendo correr por muito tempo”, comentou o piloto da Ferrari, durante uma visita às oficinas da JL, base técnica da Fórmula Future Fiat.

Questionado sobre a possibilidade de ir às oficinas de um dia dividir retas e curvas da Fórmula 1 com o campeão de 2010 da categoria que está apadrinhando em sua criação no Brasil, Massa reagiu com naturalidade. Por que não? Ainda sou novo, tenho 28 anos, e o Schumacher está correndo novamente aos 41, observou.

Em uma breve passagem pelo país antes do GP da Austrália, Felipe contou que partiu dele a sugestão de dar uma vaga ao campeão da temporada inaugural da categoria no Driver Academy, programa de desenvolvimento da Ferrari. Conversei com o diretor-geral Stefano Domenicali e ele gostou da ideia, lembrando que o Brasil tem grande tradição na formação de pilotos, afirmou.

Recebido pelos irmãos Felipe e Zequinha Giaffone, dirigentes da JL, Massa conheceu o paranaense Jonathan Louis, que foi ver o carro pela primeira vez e esteve acompanhado do paulista Felipes Apezzatto. As duas revelações do kart brigarão pelo prêmio mais atraente já oferecido no automobilismo brasileiro.

O Ferrari Driver Academy representa uma oportunidade rara de chegar à Formula 1. Será como entrar numa faculdade importante, na qual o aluno poderá aprender, crescer a cada dia e sonhar com um grande futuro, analisou Massa.

Massa passou por dificuldades no início da carreira por falta de patrocínio. Daí, a ideia de apoiar novos talentos. Já me vi na situação de ter de vencer corrida para ter a garantia de que estaria na próxima, recordou. Esta é uma grande oportunidade. O que a molecada tem de fazer agora é acelerar e aprender o máximo possível, comentou.

Além da vaga no Ferrari Driver Academy, o campeão ganhará a temporada paga na Fórmula Abarth na Itália em 2011, enquanto o segundo, terceiro e quarto colocados testarão o Fórmula 3 da equipe francesa Signature, uma das principais forças da série européia.

[Fonte: espnbrasil.terra.com.br] - Autor: ESPN/AgGE - Foto: Google

Williams pode realizar parceria com VW, segundo publicações

Williams pode realizar parceria com VW, segundo publicações

De acordo com publicações alemãs, a Williams pode firmar parceria com a montadora Volkswagen.

Segundo o jornal Sport Bild, Frank Williams já vendeu 20% da escuderia inglesa ao grupo austríaco Toto Wolf e poderá vender a outra parte para a VW.

Estamos mais fortes com um fabricante do que como uma equipe privada. Sem dúvidas. E é claro, que temos uma afinidade com a Alemanha. Lembro-me bem, bem no início, íamos para as corridas com ônibus VW – às vezes até mesmo dormiamos neles, disse Williams.

Os carros alemães são grandes. Com a Mercedes, Brawn conquistou o título no ano passado, e a McLaren no ano anterior. E agora eles (Mercedes) estão entre os primeiros com sua própria equipe, acrescentou.

O representante de competições da VW, Hans-Joachim Stuck afirmou não ter interesse em retornar a F-1.

No momento a F-1 não é um assunto para nós, se as condições mudarem, teremos que pensar nisso, declarou.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Chefe da Mercedes não vê problemas com Schumi

Para Nick Fry, heptacampeão está igual a Rosberg em termos de adaptação

Nick Fry, CEO da equipe Mercedes de F-1, disse que não vê motivos para que as pessoas se preocupem com a forma de Michael Schumacher, sexto colocado no GP do Bahrein, o primeiro que disputou após sua aposentadoria, em 2006.

De acordo com o dirigente, existe somente a questão de adaptação aos novos pneus e o fato de a equipe alemã precisar melhorar seus carros para permitir que sua dupla, formada por Schumacher e Nico Rosberg, vença.

De verdade, não notei diferenças entre na resposta de Schumacher e de Nico. Penso que ambos sabem o que desejam para melhorar o carro e que os dois são consistentes em seu ponto de vista. Não é nada que eu tenha ouvido em particular de Michael, afirmou.

O dirigente, no entanto, disse que ficou impressionado com a maneira com que Rosberg enfrentou o heptacampeão. O filho de Keke Rosberg terminou à frente de seu companheiro de equipe no Bahrein, na quinta colocação.

Fiquei incrivelmente impressionado com a performance de Nico desde o momento em que soube que Michael integraria a equipe. Apesar de às vezes o foco ser Michael, isso parece que não o perturba. Ele está fazendo seu trabalho. Provou novamente o quão rápido pode ser e penso que continuará melhorando.

Para Fry, a combinação entre Schumacher, Rosberg e Ross Brawn fará com que a equipe alemã se torne vencedora.

Estou muito confiante. É uma boa equipe, os pilotos parecem que trabalham bem juntos e acho que saímos do Bahrein sabendo que temos um trabalho duro pela frente. Temos grande potencial pela frente e isso é o que conta.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Schumacher diz que F-1 está mais fácil hoje

Para alemão, carros eram mais rápidos antes de sua saída

Michael Schumacher já disse que está se desenferrujando, agora foi a vez de falar que a Fórmula 1 está mais fácil agora do que antes. O piloto da Mercedes justificou a afirmativa culpando os pneus.

A corrida não foi muito difícil para mim. Se você olhar os tempos de voltas, pode ver que estamos mais lentos do que quando eu pilotava. Isso é por conta dos pneus que temos agora. Não é possível acelerar tão forte quanto antigamente, então é mais fácil para o piloto – disse ao The Guardian.

O alemão voltou a dizer que fisicamente não tem problemas, e que sofreu um pouco na corrida com a posição do capacete, que estava fora do lugar e o sol estava baixo, principalmente nas últimas voltas, então não conseguia ver direito.

Ele terminou dizendo que deve melhorar principalmente na largada.

Foi muito divertido. O início foi interessante, consegui uma posição. Tive alguns problemas porque eu não participava de uma largada há muito tempo. É claro que eu pratiquei durante os testes, mas quando você vai pela primeira vez a uma corrida, é diferente – concluiu.

[Fonte: lancenet.com.br] - Autor: LancePress - Foto: Google

Petrobras confirma negociações com a Lotus, mas diz que ainda não assinou contrato

Empresa pode voltar à F-1 como fornecedora de combustível e lubrificantes da equipe

Lotus de Kovalainen foi a única dos novos times que terminou o GP do Bahrein
A Petrobras confirmou nesta terça-feira (16) que negocia um acordo com a equipe Lotus para voltar à Fórmula 1 como fornecedora de combustível e lubrificantes, mas negou que o contrato já esteja assinado.

Segundo a coluna desta terça de Ancelmo Góis, do jornal O Globo, a estatal vai aparecer nos carros do italiano Jarno Trulli e do finlandês Heikki Kovalainen a partir do Grande Prêmio da Espanha, quinta etapa do Mundial, no dia 9 de maio – é a primeira corrida europeia do calendário.

A assessoria de imprensa da Petrobras negou o acerto e disse que a empresa negociou com sete equipes da categoria, entre elas a grande McLaren e a novata Hispania (quando esta ainda se chamava Campos), do brasileiro Bruno Senna. A proposta da Lotus, no entanto, foi a que mais agradou. A definição deve sair em torno de 15 dias, segundo a assessoria.

A meta da empresa é retornar à F-1, onde foi parceira da Williams por dez anos, entre 1998 e 2008. No fim daquela temporada, a Petrobras deixou o time inglês e iria assinar contrato de fornecimento com a Honda, mas a montadora japonesa, subitamente, abandonou a categoria. A estatal, por sua vez, resolveu esperar para acertar com outra escuderia.

Na F-1, a Petrobras entra em concorrência direta com outras petrolíferas, como Shell (parceira da Ferrari), Petronas (Mercedes), Mobil (McLaren) e Elf (Renault). As empresas utilizam a categoria para o desenvolvimento técnico de seus produtos e também como vitrine para a exposição da marca.

A Lotus, chefiada pelo empresário malaio Tony Fernandes, dono da companhia aérea AirAsia, é uma das três equipes novas da F-1 em 2010. Apesar do nome, ela não tem ligação efetiva com a antiga escuderia do brasileiro Emerson Fittipaldi, que competiu na categoria entre 1958 e 1994 e ganhou sete Mundiais de Construtores.

No primeiro GP do ano, no Bahrein, no domingo (14), a equipe largou na 20ª e 21ª posições, cerca de seis segundos mais lenta do que o pole position Sebastian Vettel (Red Bull). O carro de Kovalainen, no entanto, foi o único das novatas que terminou a prova, na 15ª posição, a duas voltas do vencedor Fernando Alonso (Ferrari).

[Fonte: esportes.r7.com] - Autor: Marcelo Freire/R7 - Foto: Google

Consultor da RBR diz que Mercedes não quis fornecer motores à equipe por medo

Time vai brigar por equalização dos motores ainda na temporada 2010

Helmut Marko, consultor da RBR, afirmou nesta terça-feira que a Mercedes não quis fornecer motores à equipe austríaca por temer ser superada em 2010. O time sofreu com problemas de durabilidade com os Renault no ano passado e tentou contar com os propulsores alemães. A negociação não deu certo e eles mantiveram o contrato com a montadora francesa.

Eles (a Mercedes) não nos queriam. Sem ser arrogante, eles sabiam que se nós tivessemos o motor deles, eles não nos veriam na pista. Estamos tentando agora, assim como Renault e Ferrari já fizeram, equalizar a situação dos motores – diz Marko à imprensa austríaca.

Segundo Marko, a Mercedes está se aproveitando do congelamento dos motores, pois seu propulsor é melhor que os rivais. Na primeira corrida, o RB6 pilotado por Sebastian Vettel fez a pole e liderava até ter problemas no motor, quando caiu para a quarta posição.

[Fonte: globoesporte.globo.com] - Autor: GloboEsporte/Berlim - Foto: Google