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Kristensen será o comissário da FIA em Melbourne

Dinamarquês ocupa posto que foi do tetracampeão Prost no GP do Bahrein

Depois de Alain Prost no Bahrein, a FIA convocou outro piloto para exercer a função de comissário no GP da Austrália, segunda etapa do Mundial de F-1, marcada para este domingo.

A entidade anunciou que o dinamarquês Tom Kristensen, octacampeão das 24 Horas de Le Mans, será o consultor do grupo de comissários da corrida em Melbourne.

Kristensen correu de DTM até o ano passado, e, em 2010, se concentrará em algumas etapas da Le Mans Series, além da tradicional prova de 24 horas sempre competindo pela montadora alemã Audi.

De acordo com a imprensa especializada, os próximos nomes que estão na lista de espera são Damon Hill, Nigel Mansell, Emerson Fittipaldi, Johnny Herbert e Alexander Wurz.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Barrichello: “Vale a pena esperar 3 ou 4 corridas”

Piloto da Williams comenta “F-1 chata” e revela o que mudaria na categoria

Após o GP do Bahrein, não se falava em outro assunto que não fosse a disputa monótona que os espectadores presenciaram em Sakhir, devido à falta de ultrapassagens e de emoção. Para Rubens Barrichello, piloto da Williams, o mais correto no momento é esperar mais algumas corridas para ver realmente a situação das disputas.

Não há condição de voltar o reabastecimento, porque agora temos um tanque enorme. Isso seria um gasto enorme para reprojetar o carro, que é maior devido ao tanque. Acho que pequenas mudanças podem ser introduzidas no sentido de fazer uma parada obrigatória a mais. Ainda é muito cedo para tirar uma conclusão. A corrida no Bahrein parece que foi chata na TV, mas é cedo. Vale a pena esperar três ou quatro provas para tomar uma decisão, se for o caso, disse.

Barrichello, inclusive, afirmou que chegou a enviar uma carta a Max Mosley, presidente da FIA até o último ano, reclamando dos pneus introduzidos na categoria à época sem, no entanto, obter uma resposta convincente.

A F-1 moderna, que começou nas mãos do Max Mosley, foi tomada pelo lado errado. Eu mandei uma carta pessoal a ele porque, quando testamos os “groove tires“, aqueles pneus com os riscos, parecia que estávamos voltando a tempo, os carros escorregavam demais, e me foi dada uma explicação que na época não era cabível. No ano passado, com o slick, a corrida voltou a ter emoção. Mas nesse ano eles diminuem o pneu dianteiro na largura, e isso nos fez perder aderência mecânica. A gente fica vulnerável na parte aerodinâmica. A gente tem que ganhar mecânica para perder na aerodinâmica. Isso vai dar mais ultrapassagem, sugeriu o piloto, que revelou as mudanças que a Williams desenvolveu para a corrida em Melbourne.

As mudanças básicas são em cima dos problemas que a gente teve em relação à temperatura do carro que, estava muito quente. Não esperávamos ter tido tantos problemas, perdemos muita carga aerodinâmica por aberturas no carro. Não é problema para o futuro. Para a Malásia a situação já é mais clama. Agora a equipe vem aqui com os pés no chão, porque na primeira corrida estava todo mundo correndo. Para cá temos algumas modificações pequenas na aerodinâmica, que talvez nos dê um pouco de performance, completou.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Novo procedimento de Parque Fechado é aprovado

Carros ficarão na garagem das equipes, mas monitorado por câmeras

Depois de um teste feito no GP do Bahrein, a FIA ganhou a autorização para efetivar o novo sistema de Parque Fechado em 2010.

Ao contrário do que foi feito até o fim do ano passado, quando todos os carros ficavam guardados na mesma garagem, a FIA decidiu inovar: cada equipe pode ficar com o respectivo equipamento, mas uma câmera no teto dos boxes servirá de guardiã.

Cada carro terá uma câmera exclusiva, e o circuito fechado será monitorado por seguranças, que alertarão a FIA se visualizarem alguém modificando o carro. E a câmera é inteligente: ativa o modo de alta definição quando detecta alguma movimentação próxima ao carro.

A experiência feita em Sakhir foi considerada bem-sucedida, e o processo deve ser feito nas etapas restantes desta temporada.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Epsilon Euskadi diz que participará da seleção para 2011

Sem ser selecionada pela FIA (Federação Internacional do Automóvel) para o Mundial 2010 da F-1, a Epsilon Euskadi não desanimou e já prepara uma nova solicitação para participar da seleção para o campeonato de 2011.

Estávamos prontos em junho (último ano), tivemos o apoio financeiro, mas por qualquer motivo não fomos escolhidos, disse Joan Villadelpart, chefe da equipe.

Vamos reabrir o projeto e meu trabalho é recolher energia positiva, com o objetivo de reunir apoio para os nossos benefícios. Se a FIA nos der bastante tempo para nos prepararmos para o próximo ano, então, podemos estar na F-1, encerrou.

As inscrições para o processo seletivo de 2011 serão aceitas até o dia 15 de abril.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Renault ganha o direito de modificar seus motores

Fabricante afirma que outras marcas estão alterando seus propulsores e evoluindo

A FIA concedeu à Renault o direito de fazer várias modificações nos motores da marca que serão utilizados em 2010, tanto pela equipe francesa quanto pela Red Bull, equipe-cliente.

O time dos energéticos alegou que outros motores, como os Mercedes tidos como os melhores do grid, têm grande vantagem sobre os da marca francesa, embora o novo regulamento tenha imposto o congelament no desenvolvimento dos propulsores.

No entanto, as modificações serão limitadas: Entende-se que as outras alterações solicitadas para outras fabricantes mudanças que ajudariam a otimizar o consumo de combustível foram rejeitadas porque eram simplesmente por questões de desempenhoo, e não sobre a base justa das outras mudanças que estão abertas a todas as fabricantes, afirmou um porta-voz da FIA.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

E agora?

por Flavio Gomes, colunista do ESPN

A F-1 não passou pelo primeiro teste do novo regulamento. Sem reabastecimento e com pneus que resistem muito mais do que seria possível imaginar, o GP do Bahrein foi uma procissão com raríssimos momentos de emoção.

Até aí, tudo bem. Nos últimos anos, a categoria teve corridas igualmente chatas com reabastecimento, carros largando com pesos diferentes, pit stops mais numerosos. Não se deve atribuir a monotonia da prova de abertura do Mundial apenas à proibição de encher o tanque no meio da brincadeira. É preciso dar o devido crédito, também, à aborrecida pista barenita — mais um circuito à prova de erros, com suas monstruosas áreas de escape que tudo perdoam.

O problema talvez tenha sido, mesmo, a qualidade dos pneus. E como não é possível pedir à Bridgestone que faça pneus ruins, chegou-se a um impasse. Voltar o reabastecimento é algo fora de questão. Os carros foram concebidos para carregar mais gasolina, com tanques maiores, e rever todos os projetos é inviável economicamente.

As propostas que começam a surgir aqui e ali, como duas paradas obrigatórias e fim da bandeira azul, são pueris. A primeira é um artifício que não combina com a F-1. A segunda fere a segurança.

Talvez não haja motivo para alarme ainda, apesar das opiniões mais do que fundamentadas daqueles que estão na arena, os pilotos — Schumacher, Alonso e Webber estão entre os que acham que as ultrapassagens ficaram ainda mais difíceis. Há circuitos mais interessantes que o do Bahrein onde, com reabastecimento ou não, as provas podem ser melhores. A próxima, em Melbourne, é uma dessas, com características de pista de rua em vários trechos. E sempre pode chover, como aconteceu bastante no ano passado, o que anima qualquer corrida — a Indy que o diga.

É difícil sugerir algo já, depois de apenas um GP. Aliás, é difícil sugerir algo a qualquer tempo. As mudanças para 2010 foram estudadas e debatidas, e todo mundo achava que poderiam dar certo. Muita gente, por exemplo, queria o fim do reabastecimento. O público votou nisso no site da FIA, o grupo técnico da F-1 deu seu aval, e não foi difícil perceber que além de não resolver nada, é possível que tenha piorado as coisas. A tchurma da F-1 vai ter de quebrar a cabeça para encontrar soluções que possam ser aplicadas ainda em 2010.

Palpite? Vão esperar pelas próximas etapas para ver o que fazer. E o mais provável é que não façam nada. Mexer no regulamento com o campeonato já iniciado não é algo muito comum.

Senna, 50

Ayrton Senna faria 50 anos domingo. Que seja lembrado por aquilo que fazia melhor: pilotar carros de corrida. Todo o resto, seu endeusamento, sua transformação em mártir, em ídolo infalível, quase um santo que só não foi canonizado porque o papa ainda não sacou nada, não passa de babaquice.

[Fonte: espnbrasil.terra.com.br] - Autor: Flavio Gomes - Foto: Google

FIA abre processo de seleção para candidatas a novas equipes para 2011

Entidade diz que compromisso a longo prazo será fundamental na escolha

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) abriu um processo de seleção para equipes que desejem entrar no circuito da Fórmula 1 a partir de 2011, caso haja vagas no grid. O principal item a ser avaliado é a intenção de permanecer por um longo período na categoria.

Os interesses a longo prazo no campeonato vão determinar quais candidatos serão selecionados – disse o comunicado.

Todos os detalhes do processo de seleção vão ser revelados aos candidatos que enviarem uma carta formal de interesse até o dia 15 de abril. Além disso, uma taxa de € 1.000 (cerca de R$ 2.560) será cobrada.

A organização afirmou que uma candidatura de sucesso deve ter habilidades técnicas e recursos da equipe, capacidade de estrear e manter recursos suficientes para participar, experiência e recursos humanos e o valor acertado com a FIA para participar do campeonato.

Neste ano, quatro novas equipes assinaram o compromisso de participar desta temporada: Lotus, VRT, Hispania e USF1. Esta última, no entanto, não conseguiu recursos e adiou a estreia na categoria.

[Fonte: globoesporte.globo.com] - Autor: Da Redação - Foto: Google