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Williams: “Hulk dará os resultados que esperamos”

Diretor do time crê que, apesar de má atuação no Bahrein, alemão evoluirá

Sam Michael, diretor técnico da Williams, está confiante de que Nico Hulkenberg conseguirá corresponder às expectativas ao longo da temporada.

Atual campeão da GP2, o jovem alemão, que estreou na F-1 no GP do Bahrein, teve atuação repleta de erros e não teve um bom ritmo de corrida, encerrando apenas na 14ª posição.

Michael, no entanto, defendeu Hulkenberg: Nico foi bem, disse. Ele foi rápido em todos os treinos, mas depois teve um pequeno erro na classificação, tendo, assim, uma corrida um pouco complicada.

Hulkenberg é um cara inteligente, que está desenvolvendo um ótimo relacionamento com seus engenheiros, Tom McCullough e Andrew Murdoch. Sei que ele vai entregar os resultados esperados.

O diretor técnico da escuderia de Grove também admitiu que o FW32 teve um início de ano problemático, mas evoluirá ao longo da temporada.

Tivemos alguns problemas para resolver nos dias que antecederam o GP do Bahrein, e ficou evidente desde o início que teríamos que ‘apagar alguns incêndios’ durante a preparação para a corrida de domingo.

Por isso, tivemos três ou quatro problemas no carro que não pudemos mudar rapidamente. A maioria destes elementos pode ser corrigido ao longo das duas próximas corridas, o que deve proporcionar um bom passo adiante em nosso desempenho, encerrou.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Conselho dá superlicença a Chandhok

Companheiro de Bruno Senna é liberado para pilotar na Fórmula 1

O Conselho Mundial do Esporte a Motor, que se reuniu hoje em Bahrein, concedeu a superlicença ao companheiro de Bruno Senna na equipe Hispania, o indiano Karun Chandhok, às vésperas da abertura da temporada 2010 da Fórmula 1.

O documento é obrigatório para que pilotos possam disputar corridas na principal categoria do automobilismo mundial.

Chandhok, de 26 anos, participou de três temporadas da GP2, categoria de acesso na qual obteve duas vitórias.

[Fonte: lancenet.com.br] - Autor: EFE - Foto: Google

[Entrevista] Senna: “No me asusta la presión del apellido”

El sobrino de Ayrton debuta en la categoría reina y asegura que no le intimida ser el centro de atención: “Estoy acostumbrado a lidiar con eso desde que empecé”.

¿Está nervioso ante su primera carrera de Fórmula 1?
No, estoy muy relajado. Todo el mundo está trabajando al máximo en la escudería para sacar el gran premio adelante. Sé que será un fin de semana muy difícil. No se puede esperar mucho y hay que tener paciencia, necesitamos tiempo para mejorar.

¿Cuál es el objetivo?
Nuestro primer gran objetivo es terminar la carrera. Debemos ser, ante todo, fiables para después buscar la prestación.

¿Llegó a pensar que se quedaba sin correr?
En enero no sabíamos lo que iba a pasar. Al final valió el contrato que tenía firmado, y por eso estoy aquí, y con muchas ganas.

¿Le pesará la responsabilidad del apellido en su desembarco en la F-1?
No será diferente de lo que me ha pasado en otras categorías. Estoy acostumbrado a lidiar con eso.

En su plan de futuro, ¿quiere devolver a un Senna a lo más alto?
Ése es el objetivo, ser algún día campeón. Sé que tengo la capacidad para ir deprisa, pero esto no son las motos, donde importa más el piloto que en la F-1. El 50 por ciento del éxito se basa en cosas que yo no puedo controlar.

¿No echa ahora de menos los diez años en los que no compitió por expreso deseo de su madre?
Al principio, cuando debuté en Fórmula 3, fue un hándicap, pero ahora no puedo quejarme. He aprendido muy rápido y en sólo cuatro años me convertí en subcampeón de GP2, algo que no es fácil de lograr. Y estoy dispuesto a seguir haciéndolo en la Fórmula 1.

¿Tiene previsto dar el salto a un equipo grande a medio plazo?
No pienso en eso ahora, sólo en hacerlo lo mejor posible. El ejemplo de eso es Fernando Alonso, que debutó en Minardi y después ha podido tener una carrera exitosa. Si pruebas lo que vales en un equipo pequeño también puedes llegar arriba.

¿Cuál es su piloto favorito de la parrilla?
Fernando es el más completo como piloto, pero la diferencia es muy pequeña entre los de arriba y creo que este año viviremos una lucha muy cerrada por el título.

¿No le da pena haberse quedado a las puertas de Honda, el equipo que luego fue campeón con Brawn?
Son cosas que pasan, estuve a punto de correr, pero Ross decidió quedarse con sus pilotos y no pude hacer nada al respecto. Pero no me rendí, corrí con éxito en las Le Mans Series, tuve un año bueno y ahora he dado el salto a la Fórmula 1.

¿Se lo tomará con calma?
Eso no sirve de mucho en la Fórmula 1, la única clave para ganar es ser rápido.

[Fonte: as.com] - Autor: Carlos Gil - Foto: Google

Amigo de Bruno Senna, indiano diz que dupla é ideal para a Hispania

Karun Chandhok se mostrou encantando por estar na Fórmula 1

Último piloto confirmado no grid de largada da Fórmula 1, o indiano Karun Chandhok acredita que a Hispania Racing (HRT) não poderia ter escolhido uma dupla melhor para iniciar sua trajetória na categoria. O asiático fará a temporada 2010 ao lado do brasileiro Bruno Senna, com que trabalhou na equipe iSport, da GP2, em 2008.

Acho que somos a parceria ideal. É raro companheiros de equipe serem amigos, mas Bruno e eu nos damos muito bem. Ele e sua família são pessoas sensacionais e acho que somos maduros o suficiente para lidar com as pressões. Na iSport fizemos um excelente trabalho com os engenheiros, então creio que podemos fazer isto de novo este ano. Sempre tivemos um estilo parecido e pedidos semelhantes para o carro.

Anunciado pelo time apenas na semana passada, o indiano admite que ainda vive um certo “encantamento” por estar na Fórmula 1.

É uma sensação incrível. Trabalhei por muitos anos para ter esta oportunidade e, agora que consegui, ela me parece um pouco surreal. Acho que só vou me dar conta totalmente de que estarei no mesmo grid de nomes como Michael Schumacher e Fernando Alonso quando chegar ao Bahrein.

Chandhok, entretanto, mostra consciência de que só um milagre o fará andar em condições de igualdade com Schumacher e Alonso na abertura do campeonato, programada para o próximo domingo (14) – devido a problemas no orçamento, a Hispania não colocou o carro na pista em nenhuma oportunidade durante a pré-temporada.

Não tenho ilusões, afinal somos um time novo com dois estreantes e ainda não testamos. As primeiras corridas serão bem difíceis. A prova inicial vai ser como uma sessão de testes e ocorrerão problemas. Mas estamos otimistas que, após esta batalha, conseguiremos resultados sólidos.

[Fonte: esportes.r7.com] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Bruno Senna esquece desempenho e diz que meta é apenas completar a primeira prova

Bruno Senna foi realista ao dizer que lutará apenas para terminar a prova do Bahrein, domingo (14), corrida que abre a temporada 2010 da Fórmula 1

Brasileiro não fez sequer um teste com o carro da HRT

As expectativas pelos lados da HRT são baixas. Sem ter feito um teste sequer durante a pré-temporada, o brasileiro Bruno Senna foi realista ao dizer que ficará satisfeito caso consiga ao menos terminar o GP do Bahrein, no próximo domingo (14), corrida que abre a temporada 2010 da Fórmula 1.

Esses são meus objetivos: completar a prova e estabelecer uma boa base para o restante do campeonato. Se eles [problemas] realmente aparecerem, espero que a equipe consiga resolvê-los. Aliás, inicialmente vamos nos concentrar na confiabilidade. Só depois é que deveremos nos preocupar com o desempenho.

Com problemas financeiros, a HRT não colocou o carro na pista em nenhuma oportunidade durante a pré-temporada. Bruno Senna está afastado dos cockpits desde o teste realizado na GP2 de 2008, em outubro passado, em Jerez de la Frontera, na Espanha. Porém, o piloto comemora o fato de poder correr a primeira prova no Bahrein, uma pista que ele conhece bem, pois já correu por lá em 2007, quando largou em 5º lugar e chegou em 4º na Fórmula GP2.

Foi um grande resultado, já que era minha primeira corrida na GP2. O Bahrein é complicado porque a pista começa muito suja e vai melhorando o tempo todo até o final da prova. Encontrar o acerto, por isso, é bastante difícil. A areia que circula permanentemente deixa o ar seco e o asfalto escorregadio, o que é mais um problema quando ainda se está administrando a questão das altas temperaturas.

Na última sexta-feira (5), Bruno Senna treinou de kart numa pista próxima à cidade de Saint Tropez, na França. Hoje (9), o piloto foi ao autódromo do Bahrein para conhecer o seu novo carro e encontrar os dirigentes da HRT. Na quarta-feira (10), o brasileiro será submetido a um teste neurológico determinado pela FIA.

[Fonte: esportes.r7.com] - Autor: R7 - Foto: Google

Le grand bal des débutants

Tous issus du GP2, Nico Hülkenberg (Williams), Vitaly Petrov (Renault), Lucas di Grassi (Virgin), Bruno Senna et Karun Chandhok (Hispania) débarquent cette année en F1. Avec des arguments plus ou moins solides…

La Formule 1 rajeunit : ils seront cinq, Nico Hülkenberg (Williams), Vitaly Petrov (Renault), Lucas di Grassi (Virgin), Bruno Senna et Karun Chandhok (Hispania) à y faire leurs dents en 2010, auxquels il faut ajouter les quasi-débutants Kamui Kobayashi (Sauber) et Jaime Alguersuari (Toro Rosso).

La F1, discipline-reine du sport automobile, s’ouvrirait-elle en masse aux jeunes pousses ? L’an passé, seul le Suisse Sébastien Buemi (Toro Rosso) avait fait son entrée dans la cour des grands à l’intersaison. Son coéquipier Alguersuari et Romain Grosjean (Renault) l’avaient rejoint à mi-Championnat. Mais depuis lors, la crise mondiale a sévi. Deux constructeurs, BMW et Toyota, ont quitté la scène fin 2009. Trois écuries, Lotus, Virgin et Hispania, les ont remplacés, bien moins argentées. Or les “rookies” (débutants), apportant souvent mécènes ou sponsors avec eux, intéressent évidemment ces écuries modestes. Un sujet que les jeunes pilotes abordent avec une certaine raideur. “Je suis arrivé là sans sponsor, sans la moindre aide. Uniquement par mon travail, ma soif d’apprendre et mes résultats“, affirme Petrov à l’hebdomadaire Autohebdo. Gérard Lopez, dirigeant de Genii Capital, le nouvel actionnaire vraisemblablement majoritaire de Renault F1, déclarait pourtant au sujet du Russe en février : “Vitaly apporte des sponsors. Mais il y a d’autres pilotes qui pouvaient en apporter le double“.

Ambition

Le seul critère financier n’explique donc pas tout. Petrov doit ainsi beaucoup à sa nationalité. La Russie étant encore terra incognita pour la F1, les nouveaux actionnaires de l’écurie Renault espèrent conquérir grâce à lui marchés et sponsors. Mais la valeur sportive reste primordiale. Hormis Chandhok, qui se traîne depuis trois saisons en GP2, les nouveaux entrants ont brillé dans ce championnat. Hülkenberg a remporté l’édition 2009 devant Petrov et di Grassi. Bruno Senna a été vice-champion en 2008. D’où une certaine sérénité à l’approche de l’ouverture de la saison de F1, le 14 mars à Bahreïn. “Je suis tranquille. Rien ne devrait m’inquiéter. Je serai un peu nerveux peut-être 5 secondes avant le départ. Mais c’est normal. Il y a longtemps que je pilote“, observe Vitaly Petrov, 25 ans.

J’essaie juste de m’améliorer chaque fois que je suis dans le garage, que je roule ou que je regarde des voitures sur la piste. C’est la manière la plus rapide de progresser en tant que pilote“, confie Lucas di Grassi, 25 ans également, dont la Virgin manque cruellement de vitesse.

J’ai confiance en la voiture. Je me sens bien dans l’équipe. Je ferai de mon mieux“, estime de son côté Hülkenberg, qui, bien qu’il “n’aime pas trop ces histoires de rookies“, souhaite terminer “devant eux” et “devant les autres” concurrents. Le pilote Williams et ses 22 printemps devront pour cela dominer Kamui Kobayashi, certes débutant mais impressionnant lors des deux courses qu’il a disputées fin 2009 (6e à Abou Dhabi), dont le but est de “rester entre la 4e et la 8e place” cette saison, avec éventuellement “un podium“.

A 23 ans, l’ambitieux Japonais, très rapide aux essais d’hiver dans une Sauber surprenante, pourrait parvenir à ses fins. Son coéquipier Pedro de la Rosa, de 16 ans son aîné, est déjà prévenu : la jeunesse ne respecte décidément plus rien.

[Source: Eurosport/AFP] - Photo: Google - Efeito: F1ShortMessage

Kobayashi feliz por estrear no Bahrein

Piloto já venceu no circuito em outras categorias

Em meio a disputa pelo título no GP do Brasil do ano passado entre Jenson Button, Rubens Barrichello e Sebastian Vettel, um outro piloto chamou a atenção: Kamui Kobayashi. O japonês substituiu Timo Glock nas duas últimas corridas do ano e encantou a todos, com direito a uma bela passagem sobre o inglês, que simplesmente foi o campeão da Fórmula 1 em 2009.

Com a saída da Toyota, o japonês ficou sem casa, e quase foi parar no restaurante do seu pai, para trabalhar como sushi man. Mas apareceu a chance na Sauber, e o piloto vai aproveitar sua intimidade com a pista do Bahrein para conseguir um bom resultado na primeira etapa da Fórmula 1 deste ano.

Eu venci duas etapas do GP2 Asia no Bahrein, em 2008 e 2009, e eu testei para a Fórmula 1 lá em 2009. Eu gosto do fato de a temporada começar em um circuito que eu conheço bem. A pista é bem legal, eu gosto de cada curva, e agora podemos tirar mais delas, eu gosto do estilo dela – disse um confiante piloto.

O piloto japonês fez a sua primeira pré-temporada da carreira no último mês de fevereiro, nos treinos coletivos que aconteceram na Espanha. Ele acredita que a atividade foi fundamental.

Durante os treinos eu aprendi muito e estou treinando duro. Definitivamente eu me sinto pronto para começar a temporada e também espero um bom tempo no Bahrein – concluiu.

[Fonte: lancenet.com.br] - Autor: LancePress - Foto: Google