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Posts Tagged ‘Heikki Kovalainen’

Especialista concordam que corrida foi chata

Lito Cavalcanti rechaçou qualquer mudança de regras

Para grande parte dos espectadores de Fórmula 1, o GP do Bahrein foi uma chatice só. Para Lito Cavalcanti, comentarista do SporTV, poderia ser melhor, com alguma disputa, se Sebastian Vettel, da Red Bull, não tivesse sofrido um problema mecânico.

Não tem como dizer que não foi chata, só foi agradável para quem tem insônia, foi muito chata. A gente viveu da expectativa. Estava nítido, principalmente no segundo jogo de pneus, que a Ferrari estava mais rápido que o Vettel, o que não se sabia era se o Vettel tinha algum tempo no bolso, se estava esperando um ataque para se defender, se ele já estava com o cano estragado (a vela eu acho que é historia da Renault). Tudo se desenhava para um fim de corrida combativo, não se sabe por causa da quebra do Vettel – disse Lito.

Flávio Gomes, colunista do Lance!, colocou a culpa na pista e no fim do reabastecimento.

Eu acho que tem uma combinação de fatores. A pista é ruim, pista boa faz corrida boa, a pista do Bahrein… Tem área de escape nova, muito da geração nova de pistas, não deu certo. E o fim do reabastecimento, não deu certo, a teoria era deixar de ultrapassar nos boxes para ultrapassar na pista, mas os carros são diferentes, as mesmas condições de peso e pneus, não há alternativas para passar, quem largar na frente, vai ficar, se não tiver algum problema – avaliou Flávio.

Lito voltou a falar e culpou principalmente a aerodinâmica. Para ele, a ultrapassagem vai sempre ser difícil desse jeito, e ele ainda pediu tempo para adaptação ao novo regulamento.

Eu acho que tem que esperar mais. Por exemplo: o (Adrian) Sutil ia largar com o pneu duro, mas ele bateu na primeira curva (o que não é novidade, já está na sua terceira temporada, ele vai pagar por isso ainda), era a única esperança de vermos um carro andar com um pneu duro, ficamos sem. E era a primeira corrida do novo regulamento, os pneus foram testados em uma temperatura a uns 15º abaixo do que estava, o (Jenson) Button falou que pegou leve no começo, são coisas que deixam a chama acesa. E mantém a mesma aerodinamica do ano passado, a ultrapassagem é dificílima, podemos ter lutas, mas para ultrapassagens… Tem que ter um carro na frente com grande desgaste de pneus – explicou o comentarista.

Alguns pilotos e dirigententes chegaram a sugerir mudanças nas regras, como a volta do reabastecimento, ter outra vez a regra dos 107%, ter um segundo pit stop obrigatório, e até o fim da bandeira azul, como sugeriu o finlandês Heikki Kovalainen.

Voltar com o reabastecimento é burrice, os carros foram feitos para isso, então não deve voltar. Obrigar a equipe a fazer duas paradas é muito arbitrário e superficial, é inserir uma regra de “artificialismo”, não acho correto, pedir para fazer pneus piores, a Bridgestone não vai aceitar. Fim de bandeira azul é perigoso, é estupidez, não acho correto. É uma bobagem. Se as equipes não conseguirem andar em 107%, elas simplesmente fecham, isso existia porque muita gente queria entrar na Fórmula 1, então o 107% era uma repressão a febre de equipes novas, como não controlaram a qualidade, não adianta botar – analisou Flávio Gomes.

E Lito Cavalcanti acha completamente impossível que possa acontecer alguma mudança no regulamento.

Duvido, duvido muito mesmo, isso é não conhecer o Bernie Ecclestone (detentor dos direitos comerciais e chefão da Fórmula 1). Ele não faz nada sopetão, vamos ver chegar na Europa – decretou.

Lito ainda lembrou que as equipes vão treinar muito os pit stops, dizendo que apenas McLaren e Mercedes trabalharam realmente bem nesse sentido. E que as corridas tendem mesmo a ficar assim, principalmente por causa da aerodinâmica.

[Fonte: lancenet.com.br] - Autor: LancePress - Foto: Google
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Por mais emoção, Kovalainen quer acabar com as bandeiras azuis na Fórmula 1

Finlandês acha que retardatários podem ajudar a apimentar corridas

Heikki Kovalainen, piloto da Lotus, quer que a Fórmula 1 acabe com as bandeiras azuis na categoria. Elas servem para sinalizar aos retardatários a vinda de um carro mais rápido e obrigam que eles abram espaço na pista. O finlandês acha que isto serviria para proporcionar mais ultrapassagens e acabar com as corridas chatas.

Segundo Tony Fernandes, chefe da Lotus, a proposta de Kovalainen ajudaria a apimentar as corridas. A questão da monotonia é a principal discussão da Fórmula 1 após o início da temporada, a primeira desde 1993 sem o reabastecimento.

Sempre existirá um lado chato em todo esporte. Cabe a nós minimizar isso – diz Fernandes, em entrevista ao canal de TV Bloomberg.

[Fonte: globoesporte.globo.com] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Petrobras confirma negociações com a Lotus, mas diz que ainda não assinou contrato

Empresa pode voltar à F-1 como fornecedora de combustível e lubrificantes da equipe

Lotus de Kovalainen foi a única dos novos times que terminou o GP do Bahrein
A Petrobras confirmou nesta terça-feira (16) que negocia um acordo com a equipe Lotus para voltar à Fórmula 1 como fornecedora de combustível e lubrificantes, mas negou que o contrato já esteja assinado.

Segundo a coluna desta terça de Ancelmo Góis, do jornal O Globo, a estatal vai aparecer nos carros do italiano Jarno Trulli e do finlandês Heikki Kovalainen a partir do Grande Prêmio da Espanha, quinta etapa do Mundial, no dia 9 de maio – é a primeira corrida europeia do calendário.

A assessoria de imprensa da Petrobras negou o acerto e disse que a empresa negociou com sete equipes da categoria, entre elas a grande McLaren e a novata Hispania (quando esta ainda se chamava Campos), do brasileiro Bruno Senna. A proposta da Lotus, no entanto, foi a que mais agradou. A definição deve sair em torno de 15 dias, segundo a assessoria.

A meta da empresa é retornar à F-1, onde foi parceira da Williams por dez anos, entre 1998 e 2008. No fim daquela temporada, a Petrobras deixou o time inglês e iria assinar contrato de fornecimento com a Honda, mas a montadora japonesa, subitamente, abandonou a categoria. A estatal, por sua vez, resolveu esperar para acertar com outra escuderia.

Na F-1, a Petrobras entra em concorrência direta com outras petrolíferas, como Shell (parceira da Ferrari), Petronas (Mercedes), Mobil (McLaren) e Elf (Renault). As empresas utilizam a categoria para o desenvolvimento técnico de seus produtos e também como vitrine para a exposição da marca.

A Lotus, chefiada pelo empresário malaio Tony Fernandes, dono da companhia aérea AirAsia, é uma das três equipes novas da F-1 em 2010. Apesar do nome, ela não tem ligação efetiva com a antiga escuderia do brasileiro Emerson Fittipaldi, que competiu na categoria entre 1958 e 1994 e ganhou sete Mundiais de Construtores.

No primeiro GP do ano, no Bahrein, no domingo (14), a equipe largou na 20ª e 21ª posições, cerca de seis segundos mais lenta do que o pole position Sebastian Vettel (Red Bull). O carro de Kovalainen, no entanto, foi o único das novatas que terminou a prova, na 15ª posição, a duas voltas do vencedor Fernando Alonso (Ferrari).

[Fonte: esportes.r7.com] - Autor: Marcelo Freire/R7 - Foto: Google

Após críticas, Domenicali apoia novatas

Stefano Domenicali, chefe da equipe Ferrari declarou que a escuderia italiana apoia a luta dos novos times da F-1, para que andem no mesmo ritmo das demais.

Durante a pré-temporada, a Ferrari criticou a falta de estrutura dos times. É necessário olhar para a frente, para que essas equipes fiquem mais próximas de nós. Ter dois grupos de carros com velocidades diferente não é bom para ninguém, disse Domenicali.

A Lotus comemorou o fato de terminar o GP do Bahrein com seus dois carros. Mas, Heikki Kövalainen chegou uma volta atrás e Jarno Trulli três. Sendo ambos no treino classificatório, cinco segundos mais lentos que o pole.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Petrobras volta à F-1 com Lotus no GP da Espanha

Depois de uma temporada ausente, a Petrobras retornará à F-1 no próximo dia 9 de maio, com o GP da Espanha de F-1.

A informação é do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, que divulgou a parceria da petrolífera brasileira com a nova equipe Lotus na manhã desta terça-feira. O acordo entre as duas partes, de acordo com Gois, será de US$ 9 milhões (R$ 15,8 mi).

No entanto, a palavra oficial da empresa é de que a negociação existe, mas está em fase de análise de contrato, e valores não foram divulgados, assim como a confirmação sobre fornecimento de gasolina, lubrificantes, valor do acordo e se a parceria começaria a partir da prova em Barcelona.

Por enquanto, segundo o colunista, o acordo é apenas de patrocínio nos carros de Jarno Trulli e Heikki Kovalainen, mas deve se transformar em parceria de fornecimento de gasolina e lubrificantes.

No fim de semana do GP do Brasil, em novembro passado, Rogério Gonçalves, responsável pela parte técnica da marca na F-1, revelou ao Tazio que a Petrobras estava negociando com todas as equipes da categoria, exceto Ferrari e McLaren.

Estamos participando da F-1 por 11 anos, e estamos dando nome ao GP do Brasil. Todo mundo nos conhece, nos damos bem com todos e isso nos dá liberdade de conversar com todas. Existem algumas equipes que estão com patrocínios de longo prazo, mas nos damos bem com todas, afirmou, na época.

Entre 1998 e 2007, a petrolífera foi parceira da equipe Williams, e chegou a fornecer lubrificantes para a Jordan.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor:  Da Redação - Foto: Google

[Fotos] Veja as imagens “Grande Prêmio do Bahrein”

(Circuito de Sakhir – 14/03 – Grande Prêmio do BahreinEspanhol conta com problema no carro de Vettel para liderar dobradinha vermelha. A F-1 voltou ao normal na etapa de abertura do Mundial de 2010. Fernando Alonso ficou com a vitória no circuito de Sakhir e liderou a dobradinha da Ferrari, com Felipe Massa na segunda posição.

[Fonte: f1shortmessage] - Autor: Da Redação - Foto: Google

 

 

 

 

Alonso vence no Bahrein em sua estreia pela Ferrari

Espanhol conta com problema no carro de Vettel para liderar dobradinha vermelha

A F-1 voltou ao normal na etapa de abertura do Mundial de 2010. Fernando Alonso ficou com a vitória no circuito de Sakhir e liderou a dobradinha da Ferrari, com Felipe Massa na segunda posição.

Em sua estreia pela equipe italiana, o espanhol contou com competência e sorte para voltar a vencer na categoria após mais de um ano: Sebastian Vettel, que liderava a prova desde o início, perdeu rendimento em função de problemas mecânicos em sua Red Bull na metade final da corrida, e foi superado pelos carros vermelhos.

Voltas depois, foi a vez de Lewis Hamilton, da McLaren, superar o jovem alemão e assumir a terceira posição, completando um pódio formado pelas duas equipes mais tradicionais da categoria e dividido entre dois campeões mundiais e um vice-campeão.

A corrida

Na largada, Vettel manteve a primeira posição, seguido por Massa e Alonso. No entanto, na saída da primeira curva, o espanhol conseguiu emparelhar com o brasileiro e pulou para a segunda posição.

A dupla da Mercedes também evoluiu: Rosberg superou Hamilton e assumiu o quarto lugar, enquanto Schumacher ascendeu ao sexto posto.

Os dez primeiros colocados ao término da primeira volta traziam Vettel, Alonso, Massa, Rosberg, Hamilton, Schumacher, Button, Webber, Liuzzi e Barrichello.

Os tempos de volta dos líderes da prova, no início, estavam na casa de 2min02. Uma diferença de cerca de sete segundos para o tempo da pole position diferença razoável em função do tanque de combustível cheio em contraste com os tanques vazios utilizados no treino de classificação.

As primeiras voltas foram mornas, tendo como momento mais emocionante um duelo entre Heikki Kovalainen, da Lotus, e Nico Hulkenberg, da Williams, cuja estreia foi repleta de erros e de um desempenho bastante apagado.

Pouco depois, Barrichello e Buemi também travaram boa disputa, em luta pela décima posição, com o brasileiro levando a melhor.

Vettel seguia na ponta com certa tranquilidade, sem abrir larga vantagem para a dupla da Ferrari mas, também, sem ser diretamente ameaçado. A oscilação de desempenho e de performance entre os três primeiros colocados não permitia nenhuma definição antecipada a respeito da vitória, já que a cada volta eles trocavam voltas mais rápidas entre si.

Constantemente, Alonso encostava em Vettel e, voltas depois, perdia rendimento, ao mesmo tempo em que Massa encostava em seu companheiro de equipe.

No entanto, a definição da prova veio através de Vettel: a Red Bull do alemão passou a enfrentar problemas mecânicos, o que fez com que o vice-campeão mundial de 2009 passasse a virar tempos de volta muito altos.

Rapidamente, o espanhol da Ferrari se aproximou e precisou de apenas uma volta completa para escolher o melhor lugar para ultrapassar Vettel e assumir, definitivamente, a liderança. Massa também superou o jovem alemão logo em seguida.

A partir daí, a diferença nos tempos de volta entre a dupla da Ferrari, que oscilava na casa dos décimos de segundo e chegou a ser de apenas 0s003, subiu repentinamente para mais de 2s, com o brasileiro perdendo desempenho de forma flagrante.

A partir deste momento, a prova praticamente se definiu. A distância entre ambos, que chegou a ser de 1s1, subiu para mais de 9s. Alonso ficou com sua 22ª vitória na categoria e vibrou muito tanto ao cruzar a linha de chegada quanto no pódio, como um jovem piloto ao conquistar seu primeiro triunfo.

Massa, em seu retorno à categoria, ficou com um excelente 2º lugar e completou a dobradinha vermelha.

Entre os demais brasileiros, Lucas di Grassi completou pouco mais de uma volta em sua estreia, abandonando em seguida por problemas no motor de sua Virgin.

Já Bruno Senna, da Hispania, teve melhor sorte: apesar de ter largado dos boxes e permanecer firme na última posição, completou 17 voltas sem cometer erros, até deixar a prova, também com problemas de motor. As duas escuderias utilizam propulsores da Cosworth.

Rubens Barrichello, em atuação correta e sem erros, cruzou a linha de chegada em décimo e marcou um ponto.

Destaque, também, para Michael Schumacher, que em sua reestreia na F-1 chegou em sexto lugar, e para a Lotus, que comprovou a confiabilidade apresentada nos testes de Inverno e completou a prova com seus dois pilotos, Heikki Kovalainen e Jarno Trulli.

Veja como ficou os tempos do GP do Bahrein:

  1. F. Alonso (Ferrari) 1:39:20.396
  2. F. Massa (Ferrari) +16.0s
  3. L. Hamilton (McLaren) +23.1s
  4. S. Vettel (Red Bull) +38.7s
  5. N. Rosberg (Mercedes GP) +40.2s
  6. M. Schumacher (Mercedes GP) +44.1s
  7. J. Button (McLaren) +45.2s
  8. M. Webber (Red Bull) +46.3s
  9. V. Liuzzi (Force India) +53.0s
  10. R. Barrichello (Williams) +62.4s
  11. R. Kubica (Renault) +69.0s
  12. A. Sutil (Force India) +82.9s
  13. J. Alguersuari (Toro Rosso) +92.6s
  14. N. Hulkenberg (Williams) +1 vuelta
  15. H. Kovalainen (Lotus) + 2 vueltas
  16. S. Buemi (Toro Rosso) + 3 vueltas
  17. J. Trulli (Lotus) + 3 vueltas

Não  concluíram:
P. De la Rosa (BMW-Sauber)-v28 B. Senna (Hispania)-v19 T. Glock (Virgin)-v18 V. Petrov (Renault)-v15 K. Kobayashi (BMW-Sauber)-V13 L. Di Grassi (Virgin)-v03 K. Chandhok (Hispania)-v02

Vuelta rápida: Fernando Alonso (Ferrari F10 1:58.287)

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google