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Senna: “Abandonei por uma peça de cinco centavos”

Piloto brasileiro mostra confiança no desenvolvimento do carro da Hispania

Após realizar sua primeira largada na F-1 e abandonar o GP do Bahrein na 18ª volta, Bruno Senna mostrou-se otimista com o desenvolvimento que o carro da Hispania apresentou no curto tempo que esteve na pista ao longo do fim de semana.

Otimista, o brasileiro revelou que o problema que causou a quebra de seu motor foi provocado pela peça “mais barata do carro”: uma braçadeira de metal que prendia a mangueira de água do motor, e que se soltou, jogando água no propulsor e danificando-o.

Confira os principais trechos da entrevista de Senna aos repórteres brasileiros:

A primeira experiência na F-1

Foi interessante. Óbvio que a gente não tinha muita performance. De novo, mexemos bastante no carro de ontem para hoje e o carro ficou com um balanço um pouco melhor, mas ainda não bom o suficiente. Tem muita performance para tirar do carro, tem muita coisa que a gente precisa ainda entender do carro, para a gente poder tirar essa performance nas próximas corridas.

Expectativa para Melbourne

Obviamente, a qualidade das informações não é das melhores, porque a telemetria não está completa, mas os engenheiros de telemetria sabem usar os dados que a gente tem para tirar conclusões mais precisas sobre o que está acontecendo no carro. Acho que para a próxima corrida, a gente vai ter um pouco mais de preparo para poder mexer no carro com mais propriedade e saber qual vai ser o resultado.

Abandonei por uma peça de cinco centavos

Este primeiro passo poderia ter sido um pouco mais completo, porque o que falhou no carro foi a peça mais barata do carro, uma braçadeira de metal que segurava a mangueira de água do motor, isso quebrou com uma vibração e saiu. Foi uma coisa de cinco centavos que não deveria ter falhado. Por experiência, a gente saberia. Enfim, nenhum outro problema deste tipo, o que é animador para a gente. Claro que tem muita coisa para ser modificada daqui para a frente, todas as instalações do carro precisam ser melhoradas. […] Durante as voltas que fiz, meu tempo foi um pouco menos longe dos tempos mais competitivos, isso porque o balanço do carro ainda estava errado.

Diferença para Lotus e Virgin

Nas duas ou três primeiras voltas, eles estavam se distanciando, mas não como na classificação, quando eles desapareciam em uma volta e meia. A gente está aos pouquinhos chegando lá, mas com certeza, com mais informação, poderemos ganhar muito tempo e muita performance.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
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