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FIA defende adoção de regra de limite de tempo que tiraria Senna do GP do Bahrein

O presidente da FIA, o francês Jean Todt, afirmou nesta sexta-feira que vai tentar reintroduzir a regra dos 107% nos treinos da Fórmula 1. Até 2002, todo piloto que fizesse tempos fora desse limite (7% acima do tempo do mais veloz) na sessão de definição do grid, estaria fora da corrida. Se fosse adotada com os tempos desta sexta-feira, o brasileiro Bruno Senna não poderia disputar o GP do Bahrein.

Somos muito a favor. Essa regra só foi abolida pelas mudanças nos treinos, com a possibilidade de abastecimento e as diferentes estratégias de combustível para o início da corrida, explicou Todt à Autosport, resssaltando que medida precisaria ser aprovada por unanimidade e só seria usada em 2011.

A declaração foi feita logo depois dos treinos livres em que as três novas equipes da categoria tiveram desempenhos ruins. O pior deles foi Bruno Senna, que, no volante do Hispania, equipe que nunca tinha colocado o carro na pista, foi 11 segundos mais lento do que o mais rápido do dia, Nico Rosberg, da Mercedes.

O brasileiro ficaria fora, com 2min06s968, contra 1min55s409, 10% mais lento. As outras estreantes ficaram dentro do limite. A dupla da Virgin ficou 5% acima de Rosberg, com Lucas di Grassi marcando 2min02s188 e Timo Glock, 2min02s037. Já a dupla da Lótus ficou 4% acima (Heikki Kovalainen fez 2min00s873 e Jarno Trulli, 2min00s990).

O dirigente, porém, evitou críticas aos novos times da categoria. Você tem de respeitar as novatas que estão chegando à F-1 em um momento econômico tão delicado. Não é hora de criticar, mas de apoiar. O que fizeram hoje foi incrível.

Asa da McLaren
Todt comentou também as críticas que estão sendo feitas à entidade, sobre os problemas da asa da McLaren. A equipe introduziu uma entrada de ar retrátil, que pode ser acionada pelos pilotos e aumentaria a velocidade em retas. Eu confio nas pessoas que julgaram o caro, disse o dirigente.

Nesta sexta-feira, o diretor da Renault, Bob Bell, fez duras críticas à Fia. Está claro que a asa da McLaren está completamente fora dos padrões e é ridículo que a FIA tenha aprovado. Isso vai custar muito dinheiro a todas as outras equipes.

Segundo Bell, a decisão pode criar uma nova polêmica de difusores. No ano passado, a Brawn (hoje Mercedes), adotou um sistema de distribuição de ar na traseira que aproveitava um detalhe nas regras para ganhar rendimento. O equipamento foi considerado legal e todos os rivais tiveram de gastar mais dinheiro em desenvolvimento para criar os seus próprios difusores duplos.

Antidoping
Além das questões técnicas, a FIA também está analisando a possibilidade de adotar regras da Wada, a Agência Internacional antidoping. O vice-presidente da entidade, Graham Stoker, disse que a Fórmula 1 deve assinar o Código Mundial Antidoping, incluindo as regras de testes fora de competição.

[Fonte: esporte.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
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