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Funcionário anônimo “revela” caos dentro da USF1

Sem recursos financeiros, time estaria sendo abandonado por funcionários

Em longa e detalhada entrevista à revista Autosport, um funcionário da equipe USF1 que preferiu não se identificar revelou problemas administrativos e financeiros que podem ter comprometido o projeto da escuderia.

De acordo com ele, o time não tem fluxo financeiro sequer para iniciar a temporada de 2010 da F-1, o primeiro carro da equipe ainda não finalizado e apenas 60 funcionários ainda resistem trabalhando na fábrica em Charlotte. Temos muito pouco em termos de planejamento“, disse.

Voltando ao início de dezembro, já era muito evidente que alguma coisa estava acontecendo, ao mesmo tempo em que continuamos à espera de um grande impulso na produção, algo que nunca se concretizou.

Dizem que nós todos temos muita experiência em vários aspectos do projeto e na concepção do carro e que todos nós sabemos o que é preciso dentro de uma data-limite. Mas quando se tornou evidente, no escritório de projetos, que não estávamos lançando desenhos à medida que imaginávamos, começou a ficar claro que nós poderíamos estar em apuros.

Todas as decisões de engenharia tinham que ser canalizadas por Ken Anderson antes de qualquer outra coisa. E foi aí que tudo aconteceu. A ironia de tudo isso é que houve muito pouco tempo em termos de planejamento formal e documentação dos cronogramas. Temos muito pouco em termos de planejamento.

Além disso, nosso cheque de janeiro, que deveria ser pago no dia 15, foi pago apenas no dia 20 ou algo assim. Isso certamente causou comoção e as pessoas começaram a fazer perguntas, prosseguiu.

Foi quando as questões sobre toda à fábrica vieram à tona e a conclusão foi: sim, nós havíamos mentido sobre o orçamento a longo prazo e, de fato, a empresa tinha um problema de fluxo de caixa. Se você não tiver um carro, não pode mostrar um progresso sério nesta direção e potenciais patrocinadores não terão a tendência de te dar dinheiro. No momento, há ainda 60 pessoas trabalhando em Charlotte, mas dez já foram embora, completou.

Procurado pela Autosport, Ken Anderson, chefe da escuderia, desmentiu tais declarações: A história que este empregado conta é certamente distorcida e unilateral. Há, também, contradições. Todos que se inscrever aqui sabiam exatamente onde estavam se metendo, ou seja, em ter dois carros na pista no Bahrein.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
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  1. 2010/02/24 às 15:22

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