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Rubens: “Se havia alguém pesado, eu era um deles”

 

Piloto comenta cronograma e fala das características do carro na chuva

Mesmo a chuva estando presente por quase todo o dia no circuito de Jerez de La Frontera, Rubens Barrichello seguiu seu cronograma em adquirir quilometragem no novo conjunto Williams-Cosworth.

Embora tenha rodado na pista e causado uma bandeira vermelha, ele foi o único que ultrapassou o número de 100 voltas, completando 120 passagens pelo traçado espanhol.

Após as atividades, falou sobre os testes aos jornalistas brasileiros presentes no circuito nesta sexta-feira.

Confira os assuntos abordados pelo piloto:

Guiar o carro em pista molhada:

Hoje a gente tinha um programa diferente, um programa de muita quilometragem pra finalizar o programa do motor. O motor fez muitos, muitos quilômetros, mas hoje, se a gente conseguisse 120 o programa acabaria. E foi o que a gente fez. Hoje, não foi pelo seco ou pela chuva. A gente andou com o tanque cheio pra acabar com a situação do motor. Não foi ideal porque a chuva não era consistente: chovia, parava e tal. Então os pneus sofreram um pouquinho, mas foi bom pra acabar o programa. Uma pena que choveu, porque teria sido melhor no seco.

Com tanque cheio na chuva:

Não é o ideal para um piloto que busca performance, mas é guiável, é tranquilo. O carro já é mais pesado que o ano passado e andar com o tanque assim – a gente está falando em quase 200 kgs a mais que o ano passado num total, fazendo a conta meio por cima. Então, ele é bem mais lento, não é aquilo que a gente precisa. De qualquer forma, o carro é guiável. Mas é mais lento pra todo mundo, não é o Williams mais lento, todo mundo vai ter uma situação dessa com o tanque cheio. Não sei se todo mundo andou ou se teve gente andando com o tanque cheio hoje, mas eu com certeza era um deles.

Sobre o comportamento do carro:

O carro está sendo trabalhado. Hoje não conseguimos trabalhar nada no lado de acerto, porque hoje era só girar. Se no começo o carro tivesse um balanço legal, aí girar. Hoje foi batedor, mesmo: girar, girar, girar. Eu fiquei andando enquanto os pneus duravam, a gente girava. Então, não deu muito pra sentir. Mas, na água, o carro tava bem.

As melhores voltas no começo do stint:

Aqui em Jerez, quando os pneus são usados com a borracha nova, o carro melhora. Então, o cara vira no começo. Em Valência, tinha um problema de temperatura, uma pista um pouco mais lisa, então demora um pouco mais de tempo pro pneu aquecer e atingir a aderência ideal.

Cronograma da Williams:

A gente está se adequando ao motor. É um início muito grande pra eles. Até agora a gente completou quase 3000 kms de testes, então é muito importante pro motor ter muita milhagem antes da primeira corrida. Então, foi esse o intuito até agora“.

A bandeira vermelha:

Eu rodei. O pneu intermediário foi gastando, choveu e eu rodei. Eu até consegui sair da rodada, mas eu fiquei preso na zebra.

Os pitstops em 2010:

O trabalho vai ser muito em cima do lado humano, agora. Tira e põe. Você acabava [a troca] o pneu muito antes da gasolina, mas agora, só no pneu, não vai ter tanta variável. Não vai ter gente ganhando muito tempo e vai ter gente errando e perdendo bastante. Mas a variável vai ser em 3s e 4s. Então, não tem muito pra ganhar. Mas com certeza o time tá trabalhando nisso.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Video-Audio: F1ShortMessage
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