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[Video-Audio] Ouça Di Grassi: “Performance não é a preocupação”

Piloto da Virgin afirma que testes servirão para o time testar componentes

O brasileiro Lucas di Grassi, que participa nesta quarta-feira pela primeira vez dos testes da pré-temporada em Jerez de La Frontera, comentou as expectativas da equipe Virgin para as sessões iniciais de treinos com o VR-01.

Para o companheiro de Timo Glock, o foco no momento é fazer o maior número de quilometragem com seu novo carro e testar os diversos componentes do monoposto, que foi fabricado do zero.

Acompanhe a seguir os principais tópicos da conversa:

Os treinos sob chuva

A gente está preparando o carro, verificando se está tudo em ordem, todos os sistemas. Não é nossa prioridade nossa andar na chuva. Se continuar chovendo, a gente deve andar bem pouco.

O cronograma de testes da equipe

Para todo mundo é ruim andar na chuva. As primeiras corridas, principalmente no Bahrein, devem ser no seco. Se continuar chovendo com certeza lá pelo final dos testes a gente deve andar, mas estamos perdendo tempo valioso de pista seca. É importante para nós testarmos bastante a durabilidade dos componentes do carro, verificar se tem algum problema ou não.

Não houve nenhum problema nos testes de Silverstone, mas nunca se sabe em outras condições de pista, como é que os componentes do carro podem se comportar. Então, é uma pena que a gente não esteja fazendo quilômetros, mas assim que tivermos a oportunidade, vamos colocar o carro na pista e fazer o maior número de quilometragem possível.

Sobre o shakedown

No momento, não estamos preocupados com performance. Lógico que F-1 é sobre performance, a gente vai tentar fazer o possível para ter o melhor carro possível pra Bahrein, mas estamos nesses primeiros dias de testes, como o carro veio do zero, a gente precisava testar vários componentes.

Então, a nossa prioridade é realmente fazer quilometragem com carro, testar freios, testá-lo com 160, 180 kgs de combustível, com pouco combustível, ver todas as variações possíveis. Simular as condições que provavelmente vamos ter nas quatro primeiras corridas e ter certeza que o carro vai estar em condição de fazer a corrida.

A partir do momento que a gente tiver certeza que o carro está em condição de fazer a corrida, que todas as peças estão 100% dentro do esperado, daí sim deve começar o trabalho de performance.

Carro feito em Fluidodinâmica Computacional (CFD)

Todos os carros do grid, ou a maioria deles, são feitos em CFD e depois são melhorados no túnel de vento. O nosso CFD tem uma tecnologia muito boa e o carro foi feito somente em CFD direto pro tamanho real, pra escala 100%.

Agora a gente precisa verificar a correlação entre o CFD e a realidade, que, por enquanto, deu tudo certo nos testes de Silverstone, mas também existem outras coisas: a parte mecânica, suspensão, freios, vários itens que a gente precisa ainda fazer bastante quilômetros.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Video-audio: Youtube
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