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Posts Etiquetados ‘Bernie Ecclestone’

Monza renova com FOM para receber GP até 2016

Rubens Barrichello, na Brawn GP em Monza – 2009

Tradicional autódromo é palco de corrida italiana desde o ano de 1922
 
O GP da Itália de F-1 permanecerá em Monza até 2016, entre outros.

O acordo anterior entre Bernie Ecclestone e os administradores da pista era válido até 2012, mas foi extendido por mais quatro temporadas.

A corrida italiana é realizada em Monza desde 1922, e, desde a criação da F-1, em 1950, a pista só não foi palco da prova em 1980, quando o GP aconteceu em Ímola. No ano passado, a vitória ficou com Rubens Barrichello.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação  - Foto: Google

Especialista concordam que corrida foi chata

Lito Cavalcanti rechaçou qualquer mudança de regras

Para grande parte dos espectadores de Fórmula 1, o GP do Bahrein foi uma chatice só. Para Lito Cavalcanti, comentarista do SporTV, poderia ser melhor, com alguma disputa, se Sebastian Vettel, da Red Bull, não tivesse sofrido um problema mecânico.

- Não tem como dizer que não foi chata, só foi agradável para quem tem insônia, foi muito chata. A gente viveu da expectativa. Estava nítido, principalmente no segundo jogo de pneus, que a Ferrari estava mais rápido que o Vettel, o que não se sabia era se o Vettel tinha algum tempo no bolso, se estava esperando um ataque para se defender, se ele já estava com o cano estragado (a vela eu acho que é historia da Renault). Tudo se desenhava para um fim de corrida combativo, não se sabe por causa da quebra do Vettel – disse Lito.

Flávio Gomes, colunista do Lance!, colocou a culpa na pista e no fim do reabastecimento.

- Eu acho que tem uma combinação de fatores. A pista é ruim, pista boa faz corrida boa, a pista do Bahrein… Tem área de escape nova, muito da geração nova de pistas, não deu certo. E o fim do reabastecimento, não deu certo, a teoria era deixar de ultrapassar nos boxes para ultrapassar na pista, mas os carros são diferentes, as mesmas condições de peso e pneus, não há alternativas para passar, quem largar na frente, vai ficar, se não tiver algum problema – avaliou Flávio.

Lito voltou a falar e culpou principalmente a aerodinâmica. Para ele, a ultrapassagem vai sempre ser difícil desse jeito, e ele ainda pediu tempo para adaptação ao novo regulamento.

- Eu acho que tem que esperar mais. Por exemplo: o (Adrian) Sutil ia largar com o pneu duro, mas ele bateu na primeira curva (o que não é novidade, já está na sua terceira temporada, ele vai pagar por isso ainda), era a única esperança de vermos um carro andar com um pneu duro, ficamos sem. E era a primeira corrida do novo regulamento, os pneus foram testados em uma temperatura a uns 15º abaixo do que estava, o (Jenson) Button falou que pegou leve no começo, são coisas que deixam a chama acesa. E mantém a mesma aerodinamica do ano passado, a ultrapassagem é dificílima, podemos ter lutas, mas para ultrapassagens… Tem que ter um carro na frente com grande desgaste de pneus – explicou o comentarista.

Alguns pilotos e dirigententes chegaram a sugerir mudanças nas regras, como a volta do reabastecimento, ter outra vez a regra dos 107%, ter um segundo pit stop obrigatório, e até o fim da bandeira azul, como sugeriu o finlandês Heikki Kovalainen.

- Voltar com o reabastecimento é burrice, os carros foram feitos para isso, então não deve voltar. Obrigar a equipe a fazer duas paradas é muito arbitrário e superficial, é inserir uma regra de “artificialismo”, não acho correto, pedir para fazer pneus piores, a Bridgestone não vai aceitar. Fim de bandeira azul é perigoso, é estupidez, não acho correto. É uma bobagem. Se as equipes não conseguirem andar em 107%, elas simplesmente fecham, isso existia porque muita gente queria entrar na Fórmula 1, então o 107% era uma repressão a febre de equipes novas, como não controlaram a qualidade, não adianta botar – analisou Flávio Gomes.

E Lito Cavalcanti acha completamente impossível que possa acontecer alguma mudança no regulamento.

- Duvido, duvido muito mesmo, isso é não conhecer o Bernie Ecclestone (detentor dos direitos comerciais e chefão da Fórmula 1). Ele não faz nada sopetão, vamos ver chegar na Europa – decretou.

Lito ainda lembrou que as equipes vão treinar muito os pit stops, dizendo que apenas McLaren e Mercedes trabalharam realmente bem nesse sentido. E que as corridas tendem mesmo a ficar assim, principalmente por causa da aerodinâmica.

[Fonte: lancenet.com.br] - Autor: LancePress - Foto: Google

Ecclestone pagou a sua mulher “670 milhões de euros” pelo seu divórcio

O chefe da Fórmula 1 Bernie Ecclestone, terá que pagar a sua esposa Slavica Radic 670 milhões de euros após a assinatura do divórcio, que termina com mais de 25 anos de convivência.

Bernie Ecclestone, 79 anos, tem uma fortuna avaliada em 3 bilhões de euros, segundo a revista americana Forbes. O bilionário pareceu satisfeito com o acordo alcançado com sua esposa e que a lei Inglêsa diz que Radic tinha direito à metade da fortuna do magnata: Eu acho que o dinheiro foi mais ou menos dividido, declarou recentemente nos tablóides britânicos .

[Fonte: f1shortmessage] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Ecclestone afirma que regras não vão mudar

Após as críticas, sobre a monotonia do GP do Bahrein, Bernie Ecclestone, presidente da FOM (Formula One Management) declarou que o regulamento da temporada 2010 da F-1 não será alterado.

Alguns podem se por que os as equipes têm opções de pneus. Talvez se só déssemos a eles um composto mais mole, eles teriam de parar duas vezes, mas não estou certo de que eles vão votar unanimemente para a corrida com dois pit-stops obrigatórios que a Red Bull propôs, disse Ecclestone ao jornal Daily Telegrah.

Para Ecclestone, a modificação é inviável. Não podemos mudar as regras. Poderiam demorar muito e é muito difícil. Agora, a F-1 é uma democracia. E todas as equipes votaram por estas regras, então agora os times também precisam lidar com elas, acrescentou.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Indianápolis nega retorno à F-1

O chefão da F-1, Bernie Ecclestone cogita o retorno da F-1 a Indianápolis, nos Estados Unidos. Mas a tarefa não parece ser nada fácil, já que os assessores do tradicional circuito norte-americano não conseguem definir uma posição sobre o assunto.

Quando a ideia foi questionada da primeira vez, um dos assessores da pista, Chris Schuwart afirmou que existem conversas sobre um possível retorno em 2011. Continuamos mantendo contato com a F-1. Há muito tempo nos mantemos interessados em sediar o evento deles, disse, mas admitiu que um acordo está longe.

Mas, depois, outra porta-voz, Eric Powell desmentiu a negociação, apesar de admitir conversas com a administração do circuito. Em termos de negociação, nada está acontecendo neste momento, disse Powell ao Indianapolis Star.

Powell segue o discurso de interesse de Indianápolis. Gostaríamos de ter a F-1. Sentimos que esse é o melhor circuito para a F-1 nos Estados Unidos, encerrou.

[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Ecclestone diz que momento não é de pânico na F-1

“É basicamente o mesmo problema que tivemos nos últimos anos”, diz

A quantidade de reclamações das equipe contra a falta de competitividade mostrada no GP do Bahrein fez com que Bernie Ecclestone entrasse em ação nesta terça-feira.

O chefão da F-1 afirmou que o momento não é de pânico, mas será preciso esperar o início da temporada europeia para tomar alguma atitude, se for preciso.

Não existe pânico, nem crise, na F-1. Acho que não há nada que possamos fazer no momento, e não devemos nos dobrar para as mudanças. Estamos envolvidos em quatro viagens longas, então vamos ver como as equipes se adaptam. Depois, analisaremos isso após a corrida da China, disse.

A primeira corrida com o regulamento novo sempre será de aprendizado para todos. Agora, as equipes sabem que podem melhorar e teremos um pouco mais de ação, continuou o dirigente, que desdenhou da proposta de Christian Horner, chefe da Red Bull, que sugeriu duas paradas obrigatórias nos boxes.

Alguns podem imaginar os motivos pelos quais as equipes têm a opção de dois tipos de pneus. Talvez, se dermos a eles apenas um composto leve, eles teriam de parar duas vezes, mas não tenho certeza de que os times aprovariam os dois pit stops obrigatórios que a Red Bull sugeriu.

Segundo Bernie, o problema da F-1 é conhecido: É basicamente o mesmo problema que tivemos nos últimos anos com a pressão aerodinâmica, com os carros não conseguindo andar próximos uns dos outros para criar mais ultrapassagens. As equipes sabem disso, mas não farão nada, pois têm seus próprios interesses: vencer.

Tive um encontro com as equipes e tentei explicar nosso negócio: correr e entreter o público. Não é como jogar contra computadores e ser rápido em uma volta, encerrou.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Chefe da Mercedes pede medidas contra “F-1 chata”

“Temos a obrigação de dar um bom show aos torcedores”, afirma Nick Fry

Nick Fry, CEO da equipe Mercedes, não demonstrou grande animação com o GP do Bahrein, a corrida de abertura da temporada da F-1, e disse que algo precisa ser feito para oferecer mais emoção aos fãs da categoria.

Questionado se a monotonia das corridas poderia trazer malefícios à F-1, Fry demonstrou vontade de agir rapidamente: Será ruim se não agirmos, disse.

Todos nós vimos uma corrida que está longe de ser a mais animada que já vimos, e o que precisamos fazer agora é, entre nós, ver o que podemos mudar. Mudanças técnicas são obviamente difíceis de se fazer, e caras. Mas acho que deveríamos analisar tanto o lado técnico quando o esportivo, com Bernie [Ecclestone] e a FIA, e ver o que podemos fazer em relação a isso.

O mais importante são os clientes. Eles pagam para vir às corridas ou assistir pela TV. Temos a obrigação de lhes dar um bom show, então veremos o que podemos fazer, completou.

Apesar de ser impossível fazer mudanças nos carros ou nos traçados dos circuitos, existe a sugestão de fazer alguma mudança na regra dos pneus. Atualmente, as equipes pedem para que a FIA os permita fazer dois pit stops.

O problema com esse formato das corridas é que você fica em perigo com apenas uma parada por corrida. Deveríamos considerar a possibilidade de fazer dois pit stops. Parece ridículo que os mecânicos treinem de forma infernal para apenas um pit, disse Christian Horner, chefe da Red Bull.

Martin Whitmarsh, atual presidente da Associação das Equipes (Fota), já fez um pedido à FIA para que a regra dos pneus seja alterada.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google

Adrián Campos: “Es muy probable que Hispania Racing haga el ridículo”

El ex piloto admitió haber pasado la “peor pesadilla” de su vida durante el proceso de gestación del equipo, del que finalmente será vicepresidente porque hay que “saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación”.

Adrián Campos, impulsor de la primera escudería de Fórmula 1 de la historia, renombrada como Hispania Racing, considera muy probable que Hispania Racing haga el ridículo este fin de semana en Bahrein y reconoció que él hubiera preferido no participar en el Gran Premio. En este sentido, asume que hay que ir a Bahrein para no tener ningún problema con el ‘entry’ , por lo que el objetivo de los monoplazas de la escudería española es dar las vueltas que se puedan dar.

El ex piloto admitió haber pasado la peor pesadilla de su vida durante el proceso de gestación del equipo, del que finalmente será vicepresidente porque hay que saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación.

Reconozco que hubo un momento en el que estuvimos absolutamente bloqueados y le llegué a decir a Bernie (Ecclestone) que no tenía la fuerza vital para seguir porque estaba siendo una pesadilla la presión que estábamos sufriendo. Afortunadamente, José Ramón Carabante decidió poner más dinero para dar viabilidad a un proyecto que ya estaba preparado, explicó Campos en declaraciones al programa ”Al primer toque” de Onda Cero, recogidas por Europa Press.

Campos fue el principal impulsor del Campos Meta, uno de los nuevos equipos de la Fórmula 1 que finalmente se llamará Hispania Racing tras el desembarco en el proyecto de José Ramón Carabante, pero él no estará este fin de semana en el primer Gran Premio del curso. Sinceramente, en la situación actual no estaba como loco por estar en Bahrein, pero sí me hubiera gustado, reconoció Campos.

En estos meses he pasado a vivir la peor pesadilla de mi vida, por eso cuando vi la viabilidad descansé por todas las personas que me habían apoyado, por todas las personas que habían querido que esto saliera adelante. Ha sido muy duro, muy duro, pero lo que está claro es que todo estaba hecho porque sino en tres días no se llegaba, explicó el ex piloto.

Pasado este mal momento, Campos tiene claro que su misión ahora es apoyar a Carabante y tratar de que las cosas salgan bien porque lo más importante para él es no perjudicar a la gente envuelta en todo este proyecto.

Saqué de otros equipos a los mejores ingenieros y mecánicos españoles de la Fórmula 1. Hay un momento en el que hay que saber retirarse y ceder el poder, porque con el poder llega la financiación y todo el mundo sigue trabajando en el proyecto que es de lo que se trataba, apuntó.

Por último, Campos analizó la lucha por el Mundial y mostró mucha confianza en las opciones de Fernando Alonso. Estoy seguro de que Schumacher en alguna carrera va a estar arriba y va a complicarle las cosas a Fernando, pero yo creo que en este momento Ferrari es superior y Fernando va a estar machacando desde el principio, seguro, vaticinó.

[Fonte: as.com] - Autor: EuropaPress - Foto: Google

Le Qatar veut son Grand Prix de F1

Déjà hôte de l’épreuve inaugurale du championnat MotoGP et d’une manche des GP2 Asia, le Qatar fait le nécessaire pour accueillir dans les années à venir un Grand Prix de Formule 1.

Après que Bernie Ecclestone a confirmé l’existence d’un projet dans les rues de Rome, qui se matérialisera en 2013, le Qatar devra se battre pour se faire une place dans un calendrier des plus chargés (actuellement composé de 19 courses, 20 en 2013).

La course se déroulerait sur le circuit de Losail – probablement en nocturne – qui doit quelques modifications pour répondre aux critères techniques et de sécurité instaurés par la FIA.

« La F1 fait sans aucun doute partie de nos plans. » a indiqué le Président de la Fédération qatarie des sports mécaniques, Nasser bin Khalifa all-Attiyah, au ‘ Gulf Times ‘. « Un travail considérable a déjà été accompli sur la piste mais il reste encore de nombreux développements à réaliser. »

« Nous devons être absolument certains du côté de la sécurité ; une fois que tout sera en place, le circuit sera évalué par le commissaire de la sécurité puis recevra sa licence pour des essais officiels de F1 ; après cela, nous serons prêts à intégrer le calendrier de la F1. »

[Source: GPUpdate] - Photo: Google

Coulthard critica equipes novas em coluna de jornal

“Ou você vem preparado, ou se prepara para falhar”, afirma o piloto escocês

Em sua coluna no jornal inglês “Daily Telegraph”, David Coulthard mostrou total insatisfação com a presença das novas equipes na F-1.

A série de episódios envolvendo os times dos quatro inscritos, um foi fechado por falta de orçamento e outro foi obrigado a trocar de dono para sobreviver manchou a reputação da categoria, nas palavras do escocês.

Antes de falar da temporada, quero falar sobre algo que me incomoda muito: o padrão, ou falta dele, das novas equipes do grid, afirmou Coulthard, que repreendeu os novatos ao dizer que F-1 não é escola.

Ouvi muito nos últimos meses sobre como seria ótimo ter sangue novo no esporte, mas a F-1 não é uma escola. Ou você vem preparado, ou se prepara para falhar. Esta é a maior categoria do automobilismo mundial. Não se justifica dizer que a situação mudou após o teto orçamentário não ter dado certo. As equipes da Fota nunca assinaram isso.

Sangue novo é bom e faz bem, mas tenho de dizer que, nos últimos meses, isso tem sido uma péssima propaganda para a F-1. No começo, Bernie Ecclestone disse que apenas duas equipes conseguiriam. Depois, a USF1 morreu junto com as reputações de Ken Anderson e Peter Windsor.

Finalmente, ficamos com três novas equipes, apesar que uma delas [Hispania] foi lançada apenas na semana passada, após uma troca de proprietário, e nunca foi para a pista. Colocá-los para treinar na sexta-feira será algo irresponsável, continuou Coulthard, associando a Hispania com a da Andrea Moda e dando um conselho a Bruno Senna e Karun Chandhok.

Para uma equipe que está correndo há anos, é difícil passar pelo crash test enquanto acumula milhagem para avaliar a integridade de partes que não exigem testes, como a suspensão, que prende as rodas no carro. Pergunte a Perry McCarthy, que não conseguiu se classificar a nenhuma corrida com a Andrea Moda em 1992.

Bruno Senna e Karun Chandhok são dois pilotos talentosos e estão sob muita pressão. Espero que isso não se torne a mesma novela de McCarthy. Meu conselho a eles? Andar o mais rápido possível, pois não existe coisa mais perigosa que andar devagar na linha.

[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
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