[Video] Pole inesperada de Ayrton Senna
Última pole de Ayrton Senna pela McLaren em Adelaide, algo inesperado aconteceu!
[Fonte: f1shortmessage] - Autor: BBC/Londres - Vídeo: Youtube
Última pole de Ayrton Senna pela McLaren em Adelaide, algo inesperado aconteceu!
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Ayrton Senna (à direita, ao fundo) curte um momento de folga almoçando em uma churrascaria
Da seriedade nas férias com o jet ski ao hambúrguer na Disney japonesa, personalidades contam detalhes dos bastidores da rotina do tricampeão
A trajetória de Ayrton Senna na Fórmula 1 não é apenas uma referência para os fãs de automobilismo – é também um exemplo para quem pretende trilhar uma carreira nas pistas. O dia a dia e os bastidores da rotina de Senna, no entanto, ainda têm histórias pouco conhecidas. Neste domingo, quando o tricampeão completaria 50 anos de vida, o “GLOBOESPORTE.COM“ revela cinco depoimentos sobre o piloto, narrados por cinco personalidades ligadas a ele.
Hambúrguer na Disney
Por Rubens Barrichello, piloto da Williams na Fórmula 1
“Uma das minhas histórias com ele aconteceu em 1994, no Japão (durante o GP do Pacífico, segunda etapa daquele ano). Fui procurar algo diferente para fazer e decidi ir à Disney. Estava com o meu ex-empresário Geraldo Rodrigues. O Ayrton estava indo fazer outra coisa e perguntou: ‘Posso ir com vocês?’, como se fosse atrapalhar (risos). O engraçado é que ele tinha uma vida regrada e, lá na Disney, não havia mais nada para comer a não ser hambúrguer. Então, a gente estava decidindo se iria embora e ele falou que queria hambúrguer e comeu dois! Era como se ele não tivesse tempo para se divertir e comer um hambúrguer“.
Nasce o Rei da Chuva
Por Viviane Senna, irmã e presidente do Instituto Ayrton Senna
“O Ayrton ainda corria de kart e estava ganhando uma corrida em Interlagos, quando começou a chover. Por causa da pista molhada, ele saiu da pista e ficou muito frustrado. Depois disso, cada vez que chovia em São Paulo, o Ayrton ia para qualquer canto da cidade com o kart e ficava treinando até escurecer. Quando chegava em casa, ele parecia um pinto molhado. E fez isso milhões de vezes. Por isso, ele virou o Rei da Chuva. Certamente ele não teria esse manejo todo se não tivesse perdido e reagido. O Ayrton teve de enfrentar o problema e colocar todo seu potencial à prova. Ele foi perseverante e desenvolveu a habilidade que estava latente. Na Fórmula 1, quando chovia, todo mundo ficava animado. Aquela que seria a primeira vitória aconteceu nestas condições, em Mônaco, quando o Alain Prost levou após a corrida ser interrompida“.
Competição até no jet ski
Por Bruno Senna, sobrinho e piloto da Hispania na Fórmula 1
“Pessoalmente, eu me recordo das férias que passávamos em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. Nos divertíamos muito nos fins de ano, principalmente brincando de jet ski. Como eu era pequeno e bem mais leve, levava vantagem nos pegas. Como ele não gostava de perder nem para o sobrinho, estava sempre mexendo no motor para andar mais rápido“.
‘Joga no 19!’
Por Reginaldo Leme, comentarista de Fórmula 1 da Rede Globo
“Eu me lembro que em 1984, no GP de Mônaco, quando chegamos do Brasil, fomos jantar com o Alex Hawkridge, o dono da Toleman (equipe de Senna naquela temporada). Só eu, o Ayrton e ele. Aí o Ayrton me apresentou para o cara como jornalista brasileiro, mas falou assim: ‘É o mais respeitado jornalista brasileiro de automobilismo. Além disso, é uma pessoa em quem posso confiar muito’. Nunca me esqueci disso. Inclusive, nesta noite, nós fomos jogar no cassino, e o número da Toleman era 19. Então, ele ficava falando assim: ‘Joga no 19! Joga no 19, que eu vou barbarizar nesta corrida!’ Nós nos divertimos jogando e, no fim das contas, entre ganhos e perdas, ainda saímos no lucro“.
Truques no kart
Por Tony Kanaan, piloto da Andretti Autosport na Fórmula Indy
“Lembro muito desse dia no kartódromo dele. Eu tinha feito a pole position, mas minutos antes de largada ele inventou de inverter o grid. Por isso, larguei em último. Até então, ninguém sabia que ele ia correr. Ele deu uma volta de apresentação com um Kadett branco conversível, pegou o kart e grudou atrás do meu na largada. Assim, fui passando um por um, com ele colado em mim. Fizemos a ‘rapa’ naquela prova e consegui ganhar a corrida, na frente dele. Com certeza, foi um momento mágico na minha carreira, que estava só iniciando. Até hoje eu tenho esse troféu na minha sala. Está ao lado da taça de campeão da Indy de 2004. Ele sempre fez falta nas pistas, mas está presente em nossa lembrança“.
[Fonte: globoesporte.globo.com] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Tricampeão mundial da Fórmula 1 completaria neste domingo 50 anos
Fãs de Ayrton Senna foram neste domingo ao túmulo do tricampeão mundial da Fórmula 1, no Cemitério do Morumbi, em São Paulo. Se estivesse vivo, o piloto completaria 50 anos neste dia 21 de março de 2010.
[Fonte: globoesporte.globo.com] - Autor: AgNotícias - Foto: Google
Ayrton Senna durante o GP da Itália de 1990Ayrton Senna durante o GP da Itália de 1990
Prost, Hill, Berger e Rubens falam sobre a perda do tricampeão, morto em 1994
Um suspiro, um olhar no vazio. É esta a reação que a maioria dos entrevistados teve quando solicitados a dizer o que vem à cabeça quando pensam hoje em Ayrton Senna.
Para se ter uma ideia do legado do piloto na F-1, fomos no paddock do circuito do Sakhir escutar os personagens que tiveram um papel importante na vida do tricampeão. Depoimentos espontâneos, que falam de respeito, admiração e saudade.
O rival
É uma pergunta muito difícil. São tantas coisas que vêm à cabeça. Pensando hoje, é claro que seria muito bom tê-lo aqui, nessa festa especial dos 60 anos da F-1. O que une todos os que estão aqui? Todos nós tivemos sucesso, porque fomos campeões, e temos amigos que se machucaram ou morreram. Quando olhamos nos olhos uns dos outros, pensamos como é bom estar aqui para lembrar de tudo o que aconteceu. Hoje, penso no Ayrton dessa forma, ele é parte do esporte e parte destes pilotos que tiveram azar neste esporte.
(Alain Prost, 55 anos, francês, enfrentou Ayrton Senna nas pistas em nove temporadas entre 1984 e 93, divindo com ele a equipe McLaren em 1988 e 89)
O amigo
Quando penso no Ayrton hoje? Penso no melhor piloto de todos os tempos. Acho que isso já diz tudo.
(Gerhard Berger, 50 anos, austríaco, foi companheiro de Senna na McLaren de 1990 a 92 e um dos maiores amigos do brasileiro na F-1)
O companheiro de equipe
Ayrton era um indivíduo único. Tinha um comprometimento enorme com a competição e a pilotagem. Era por si só um homem especial. Quando eu penso nele, penso na sua perda, no sentido da tragédia de não tê-lo visto continuar. E também no seu legado, no seu enorme espírito, não só o da competição, mas o de assuntos além da F-1.
(Damon Hill, 49 anos, inglês, companheiro de equipe de Senna nas três provas que o brasileiro disputou no Mundial de 1994 pela Williams)
O pupilo
O Ayrton era uma pessoa jovem, eu não consigo imaginar o Ayrton como seria hoje, se estaria careca… Eu vejo de um lado pessoal, sempre lembro dele sorrindo e é essa imagem que permanece para mim. Provavelmente ele não estaria pilotando mais, mas com certeza teria conseguido mais títulos para o Brasil.
(Rubens Barrichello, 37 anos, brasileiro, conquistou seu primeiro pódio na F-1 uma corrida antes do GP de San Marino de 1994 e está na categoria até hoje)
O sobrinho
Eu penso nele como meu tio. Mas é claro também que o vejo como uma inspiração e uma referência. Sempre me inspirei nele desde pequeno e aprendi muito com a maneira que ele tinha de encarar o automobilismo. Mas não tive que mudar o jeito que eu sou para isso, a família tem muito dessa natureza e acho que isto está funcionando bem para mim.
(Bruno Senna, 26 anos, brasileiro, começou no kart por influência e com o suporte do tio Ayrton Senna. Fez sua estréia na F-1 no último final de semana)
O fisioterapeuta
Ainda me sinto muito ligado à família Senna. Ainda que não nos encontremos muito, mas isso não importa. Gostaria de voltar a encontrar Dona Neide, Milton. É algo difícil de explicar, mas você pode imaginar. Foi um período tão positivo que passei com ele, com aquele caráter, isso foi uma parte muito importante da minha vida. Sobre o que vem à cabeça quando penso no Ayrton… É uma energia muito grande, não há uma única característica que se possa destacar nele. Há um todo. Ele não pilotava só para si ou pelo dinheiro, mas queria vencer para o país, dar alegrias para as pessoas do país. Era uma paixão muito profunda nele, que não era de maneira nenhuma fingida. Era verdadeira e os torcedores sentiam isto. Acho que cada brasileiro conseguia sentir isso e se identificar com uma pessoa que era especial, mas era um igual a eles, não importando se era um jovem ou um velho, um rico ou um pobre. Era algo especial. Estou há tanto tempo na categoria, já vivi tanta coisa mas, quanto mais os anos passam mais eu percebo como ele era uma personalidade especial e eu até sinto uma ponta de orgulho por ter participado um pouco dessa história.
(Joseph Leberer, 52 anos, austríaco, foi o fisioterapeuta de Ayrton Senna de 1988 a 1994 e era a pessoa no paddock da F-1 em quem o brasileiro mais tinha confiança)
O mecânico
A primeira coisa que eu penso é que é uma pena não tê-lo mais com a gente, especialmente agora que temos a volta de Schumacher, um piloto que quebrou tantos recordes e estabeleceu marcas que nunca serão superadas. Acho que todos estes recordes não teriam acontecido se Ayrton ainda estivesse correndo. Schumacher teve um pouco mais de facilidade porque em sua época não havia rivais tão fortes como na época do Ayrton não porque ele quis assim, mas porque as coisas aconteceram dessa maneira. Nos tempos de Senna havia pilotos de muita qualidade, como Prost, Mansell e Piquet, em carros bons também. Mas, antes de tudo, todos perdemos essas disputas incríveis que aconteceriam entre Senna e Schumacher. Sim, é uma pena. O que Ayrton faria agora? Não sei, seria um chefe do esporte no Brasil… Estaria de alguma forma ajudando ao Brasil, era muito patriota, tinha muito orgulho de seu país e, como todos sabemos, vocês brasileiros perderam muito com a morte dele. Ele se foi jovem demais.
(Jo Ramirez, 68 anos, mexicano, era o mecânico-chefe da equipe McLaren na passagem de Ayrton Senna pela equipe e um de seus grandes amigos na categoria)
[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Fabricante afirma que outras marcas estão alterando seus propulsores e evoluindo
A FIA concedeu à Renault o direito de fazer várias modificações nos motores da marca que serão utilizados em 2010, tanto pela equipe francesa quanto pela Red Bull, equipe-cliente.
O time dos energéticos alegou que outros motores, como os Mercedes tidos como os melhores do grid, têm grande vantagem sobre os da marca francesa, embora o novo regulamento tenha imposto o congelament no desenvolvimento dos propulsores.
No entanto, as modificações serão limitadas: “Entende-se que as outras alterações solicitadas para outras fabricantes mudanças que ajudariam a otimizar o consumo de combustível foram rejeitadas porque eram simplesmente por questões de desempenhoo, e não sobre a base justa das outras mudanças que estão abertas a todas as fabricantes“, afirmou um porta-voz da FIA.
[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Indiano diz que ver Hispania chegar ao fim da prova seria um “feito fantástico”
Às vésperas de disputar seu segundo GP de F-1 na carreira, Karun Chandhok, da Hispania, mostrou-se ansioso para andar em Albert Park, na Austrália.
O indiano, que divide a equipe com Bruno Senna, teve atuação problemática no GP do Bahrein e abandonou após errar o caminho do trecho novo da pista de Sakhir, o que causou uma batida.
“Estou realmente ansioso para a minha segunda corrida de F-1, neste fim de semana“, comentou. “Nunca guiei em Melbourne, mas sou um aluno muito aplicado“.
“Pude trabalhar em um simulador da equipe antes da corrida, o que vai me ajudar na familiarização com a pista. Nosso próximo passo com os engenheiros do time é fazer com que o carro esteja confiável para a prova“.
“O segredo da preparação é completar o máximo de voltas possível na sexta-feira, para ver onde estamos com o carro. Terminar a corrida seria um feito fantástico, então faremos tudo para isso“, completou.
[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Em entrevista, neste domingo, ao jornal carioca O Dia, Viviane Senna, irmã de Ayrton, presidente do instituto que leva o nome do tricampeão, fala sobre o aniversário do piloto – que completaria 50 anos de idade justamente hoje. Viviane ainda fala sobre as inúmeras homenagens em 2010.
“Este é um ano muito especial, de celebração, quando toda a história de uma vida vem à tona, lembrando a trajetória vitoriosa de Ayrton“, diz Viviane.
“Essas homenagens ao cinquentenário resgatam, em cada um de nós, aquilo que ele simbolizava quando levava a nossa bandeira ao pódio: um Brasil campeão“.
“Ayrton tinha orgulho de ser brasileiro e acreditava no potencial do País. Em cada uma de suas vitórias, ele transmitia a mensagem de que para ser campeão, é preciso ter vontade, dedicação e determinação“, segue a empresária.
“O Instituto é, também, uma forma de propagar os valores de Ayrton. Ele é muito presente no coração dos brasileiros. Não é à toa que ele ainda lidera pesquisas de opinião pública que o colocam como um dos principais ícones do País“.
“Isto porque ele pautava sua vida, seja como homem, seja como piloto, por valores como motivação, dedicação, determinação, busca pela perfeição e superação. Esses valores são um de seus legados e servem como combustível para nossas conquistas cotidianas“.
“Ayrton desejava que todas as crianças e jovens do país tivessem as mesmas oportunidades que ele teve. Esse sonho ele compartilhou comigo, e foi a semente que deu origem ao Instituto Ayrton Senna, outro grande legado de meu irmão“.
[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Bruno Senna, sobrinho do tricampeão mundial Ayrton Senna, que neste domingo (21/3) completaria 50 anos de idade, deixou uma mensagem para o tio em seu Twitter:
“Feliz 50 anos, Becão! Realmente gostaria que voce estivesse ainda junto conosco! Saudades! Vou fazer meu melhor SEMPRE!“, disse o piloto no miniblog.
Bruno estreia na Fórmula 1 justamente neste ano. O jovem piloto fechou acordo com a escuderia Hispania (extinta Campos).
Na primeira corrida do ano, disputada no Bahrein, no final de semana passado, após vários problemas, Bruno abandonou a prova depois de um problema mecânico.
[Fonte: amigosdavelocidade.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
Tributo ao lendário piloto brasileiro Ayrton Senna da Silva, 16 anos depois dessa morte trágica no 1 de maio de 1994.
[Fonte: f1shortmessage] - Autor: Juihi2 - Video: Youtube
Inglês analisa hierarquia de forças e põe McLaren no mesmo nível da Mercedes
Lewis Hamilton, piloto da McLaren, analisou a hierarquia de forças do atual grid da F-1. Para o inglês, o G-4 da temporada de 2010 formado pelas quatro principais equipes, Red Bull, Ferrari, Mercedes e a própria McLaren tem um líder destacado: o time de Sebastian Vettel e Mark Webber.
O britânico foi contundente: “A Red Bull tem um carro ridiculamente mais rápido do que qualquer outro“, disse o campeão mundial de 2008. “É insano. O downforce que eles tinham no ano passado foi, em alguns pontos, quase o dobro do que nós tivemos“.
“Mesmo no final do ano, eles tinham muito mais pressão aerodinâmica do que nós, apesar de já termos vencido algumas corridas. Vettel e Webber têm os carros mais rápidos já há muito tempo“.
“Acho também que Fernando Alonso foi muito rápido na corrida. A Ferrari está, obviamente, um pouco mais perto, mas ainda assim leva meio segundo para a Red Bull“, prosseguiu. “Já nós estamos no mesmo nível da Mercedes, eu diria“.
“No Bahrein, nós só fizemos um trabalho melhor, talvez, no fim de semana… Mas é uma batalha entre nós e a Mercedes para ver quem pode progredir e melhorar o mais rápido possível e fazer um trabalho melhor. A Red Bull pode ter o carro mais rápido, mas se nós pudermos superá-los na questão da confiabilidade“… Encerrou.
[Fonte: tazio.uol.com.br] - Autor: Da Redação - Foto: Google
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